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Monthly Archives: março 2015

Pecuaristas do Oeste da Bahia recebem capacitação sobre Sanidade Animal e Reprodução

Sanidade Animal e Reprodução foram os temas de dois cursos de capacitação ministrados aos pecuaristas do Oeste da Bahia. Na última quinta-feira (26) e sexta-feira (27), nos municípios de Santa Maria da Vitória e Correntina, um total de 70 pecuaristas e técnicos da área foram capacitados acerca das principais doenças que assolam o rebanho bovino, como Febre Aftosa e Brucelose. Na oportunidade, foram demonstradas técnicas de prevenção de doenças como manejo da carcaça, mineralização e importância da vacinação. O evento contou com o apoio do Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS).

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Destaque também para as noções de técnicas relacionadas à Genética, como monta natural, inseminação artificial e Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF). Com carga horária de 4 horas/aula, os cursos integram as atividades do Programa de Pecuária Sustentável desenvolvido pela parceria GTPS, Associação dos Criadores de Gado do Oeste da Bahia (Acrioeste), Fundação Solidaridad e Profissional Agronegócios.

Proprietário da fazenda Alto da Serra, em Correntina, o pecuarista Noel Santiago de Souza, 50, gostou de participar do curso e afirmou que vai conseguir adotar uma nova rotina para melhorar cada vez mais a sua criação do gado. “Muita coisa a gente não sabia e vou começar a fazer como as regras de vacinação e retirar o gado morto do campo”, exemplifica ele, que administra uma criação de 300 cabeças de gado em uma área de 150 hectares.

Responsável por ministrar os treinamentos, o médico veterinário Cléber Andrade, acredita que os pecuaristas terão um novo direcionamento na administração do seu negócio com as noções de sanidade animal e reprodução. “Tivemos bastante conteúdo aliado à prática, sempre com o viés da Sustentabilidade, no sentido de que a propriedade deve ser economicamente viável, ambientalmente correta e socialmente justa”, afirma.

Um dos articuladores do Projeto, o consultor da Profissional Agronegócios, Márcio Oliveira, explica que as temáticas estão ligadas diretamente à Sustentabilidade. “Com aumento da produção, os pecuaristas vão ter mais lucro utilizando a mesma área, sem necessidade de levar o gado para a área nativa”. Na oportunidade, durante o curso, também foram pontuadas boas práticas como a Integração Lavoura e Pecuária e Uso Racional de Agrotóxicos e Defensivos Agrícolas.

O projeto entre o GTPS e o Acrioeste faz parte do programa Pecuária Sustentável na Prática, que conta com financiamento disponibilizado pela Fundação Solidaridad por meio do Farmer Support Programme (FSP), fundo do governo holandês, e recursos proveniente dos parceiros locais do projeto. O objetivo do programa é implantar unidades demonstrativas, capacitar equipes técnicas e testar indicadores de melhoria contínua, como multiplicadores da pecuária sustentável.


Associados do GTPS discutem assuntos relativos à governança do grupo

Encontro foi realizado em Nova Odessa (SP) e contou com a participação de todos os segmentos da cadeia de valor da carne bovina

Entre os dias 05 e 06 de março, os associados do Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS) estiveram reunidos no Instituto de Zootecnia, em Nova Odessa, interior de São Paulo, para discutir assuntos relativos à governança do Grupo. O encontro contou com consultoria e mediação da ProForest e participação de 34 associados, que representaram os cinco segmentos da cadeia de valor da carne bovina, entre eles indústria, produtores, varejo, associações civis e instituições financeiras.

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Os pontos discutidos foram identificados após entrevistas realizadas com os associados pelo próprio ProForest no período entre janeiro e fevereiro de 2015 e apontavam os desafios na gestão do grupo de trabalho, além de outros assuntos relativos a estrutura do grupo.

Na manhã da quinta-feira foram discutidas as definições de funções e poderes de diferentes esferas administrativas do GTPS, como Comissão Executiva, Secretariado e Conselho Diretor. Entre as ideias apontadas, estavam a maior objetividade nas reuniões do Conselho Diretor, uma descrição mais clara das atribuições e limites de poderes para todas as esferas do GTPS e, por fim, as responsabilidades do secretariado, como autonomia e reporte.

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Ainda no período da manhã, as recomendações sobre o Conselho Diretor também foram abordadas. No final de abril o GTPS elegerá seu novo Conselho Diretor e, de acordo com os membros atuais, é fundamental que a transição seja a mais assertiva possível, garantindo a capacidade e estrutura para suportar as ambições do GTPS com metas a curto e médio prazo, bem como a credibilidade do grupo.157-GTPS_NovaOdessa_2.0_05.03.15

Já no período da tarde, foram discutidas a composição da Comissão Executiva e a capacidade e estruturas atuais do Secretariado em relação às ações do GTPS para 2015. Sugestões variaram entre a quantidade ideal de membros da Comissão Executiva para a próxima gestão até qual seria o tamanho e autonomia ideal do secretariado.

010-GTPS_NovaOdessa_2.0_05.03.15Enfocando assuntos como a seleção de parcerias para projetos, a estrutura de sua gestão e a definição de prioridades estratégicas para 2015, o encontro continuou na sexta-feira (6). Para finalizar, o presidente do GTPS, Eduardo Bastos, avaliou o evento como sendo bem produtivo. “Colocar em um mesmo grupo produtores, instituições financeiras, frigoríficos, organizações da sociedade civil e organizações governamentais para conversar e chegar a um denominador comum, onde todos saem ganhando, era quase impossível no passado. A reunião, além de demonstrar a evolução nas discussões que vem ocorrendo nos últimos anos, é extremamente importante porque nos permite aparar algumas arestas e sugerir mudanças em prol da melhoria do nosso trabalho”, declarou.

O encontro contou com financiamento da Gordon and Betty Moore Foundation.


Na Trilha do Boi, Rastros a Refletir

Confira o artigo de Maurício Palma Nogueira, engenheiro agrônomo, sócio e coordenador de pecuária na Agroconsult, na íntegra:

“O artigo de Washington Novaes na seção “Opinião” do Estadão de 27 de fevereiro de 2015, intitulado “Nos caminhos do boi, os rastros a apagar*”, traz à tona alguns dados em relação à produção pecuária e os supostos impactos ambientais que precisam de reflexão mais aprofundada e técnica.

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O articulista tem razão em reforçar as conclusões da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura) sobre a necessidade de rever o modelo de produção para atender a demanda crescente por alimentos nas próximas décadas. No entanto, classificar o modelo da pecuária brasileira como insustentável é um ponto a ser questionado.

Embora os dados das emissões de metano (CH4) e gás carbônico (CO2) pelos bovinos estejam corretos, o autor não considera a quantidade de carbono sequestrada pelas pastagens. Incapaz de consumir toda a forragem disponível da área, o bovino acaba ingerindo apenas as folhas, especialmente as mais novas e mais tenras. Mesmo com bons manejos, os bovinos a pasto retiram apenas 30% a 40% da matéria seca de toda a área. O restante volta ao solo como material morto, reiniciando o processo de ciclagem de nutrientes. Serve também como cobertura vegetal, mantendo a umidade e a temperatura do solo.

À parte aérea que sobra do pastejo, soma-se todo o volume de raízes que, nas gramíneas, atingem a mesma massa de matéria seca que a parte aérea. Grosso modo, o que cresce acima do solo, cresce também abaixo. As raízes não são standard nas touceiras de pastagens. A cada ciclo de produção, todo volume precisa ser refeito aumentando cada vez mais a massa vegetal incorporada ao solo e, com isso, a capacidade de armazenamento de carbono. Em pastagens bem manejadas, tais ciclos são de 25 a 30 dias na época das chuvas e em torno de 60 a 90 dias na época da seca.

Quanto contabilizamos essa reciclagem da forragem não consumida (parte aérea e raízes), conclui-se que o sistema produtivo compensa todas as emissões dos bovinos, mesmo considerando a equivalência da molécula de metano em 20 vezes a molécula do gás carbônico, conforme lembrado no referido artigo.

No entanto, o articulista não menciona outros estudos apontando que na atmosfera, sob o efeito de outros gases, essa equivalência da molécula de metano cairia para apenas 6 vezes em relação à molécula de gás carbônico.  Nessa nova referência, o balanço será ainda mais positivo em favor da pecuária.

Do ponto de vista ambiental, o modelo de produção brasileiro é mais eficiente do que o modelo norte-americano e europeu. No Brasil, a terminação em confinamento é usada estrategicamente para corrigir a diferença entre a produção das pastagens nos diferentes períodos do ano. Entre 70% e 80% da produção das pastagens ocorrem no período chuvoso.  A essa diferença dá-se o nome de “curva de estacionalidade”. Sempre que aumentar a produtividade no período de chuvas, haverá a necessidade de aumentar a quantidade de animais que terminam em confinamento.

Aproveitar as forragens tropicais é uma das grandes vantagens dos ruminantes, animais cuja fisiologia permite a digestão de partes dos vegetais que não são disponíveis aos monogástricos.

Mesmo que o desempenho animal do tipo de bovino e da alimentação usada na pecuária brasileira seja inferior ao europeu e norte americano, é essencial não cairmos na armadilha de querer copiar modelos da pecuária de clima temperado para a de clima tropical. Por muitos anos, esse foi o grande erro da agricultura. Erro que começou a ser corrigido na década de 1970, com o advento do plantio direto; o país adaptou o sistema de produção e é hoje o único detentor de tecnologia para a produção nos trópicos. O mesmo raciocínio vale para a pecuária.

Considerando apenas a área de pastagens, de acordo com dados da FAO, a pecuária brasileira é 30% mais produtiva que a norte-americana. Se incluirmos toda a área de milho e soja para os confinamentos, concluiremos que a eficiência da pecuária brasileira é ainda maior em relação aos EUA. O mesmo ocorre na comparação com a Europa.

Do ponto de vista nutricional, é fato que as pastagens são mais pobres em qualidade, o que exige a suplementação do rebanho. Mas não deixa de ser contraditório que no mesmo artigo que se defende o modelo de confinamento, se critique a necessidade de suplementar o rebanho a pasto.

Dependendo da categoria animal, e da estratégia de suplementação, a pasto recomenda-se entre 60 gramas a 450 gramas por dia de suplementos mineralizados por cabeça. Em sistemas confinados, o fornecimento de concentrados chega a 10 quilos por cabeça por dia.

A complexidade da nutrição de bovinos e os diversos fatores envolvidos que poderiam levar à ocorrência de patologias ou distúrbios citados pelo articulista, como cara inchada, botulismo e outras, exige muito mais do que um simples parágrafo. A forma como o assunto foi apresentado no texto pode levar o leigo às conclusões erradas. A mineralização no Brasil está longe do ideal e mesmo assim as patologias ou distúrbios citados pelo articulista não incidem como se parece sugerir no texto. O maior resultado da má mineralização é operar com uma produtividade aquém do que seria possível. O mais prejudicado é o próprio pecuarista.

Por fim, soa muito estranho a afirmação “forte e recente avanço da pecuária sobre grande parte da Amazônia”. Há anos a pecuária vem reduzindo as suas áreas com incorporação de tecnologia. Essas áreas estão sendo repassadas para a produção de grãos, cana, eucalipto ou sendo revegetadas.

Os dados obtidos por imagem de satélite pelo projeto Terraclass, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), apontam que em 10 anos, apenas no Bioma Amazônia, foram recompostos 16,5 milhões de hectares de florestas. E outros 6,3 milhões estão em estágio avançado de recomposição. E grande parte dos dados de desmatamentos são os produtores reabrindo áreas que já foram pastagens em anos anteriores.

Concluindo, a pecuária brasileira vem adotando práticas sustentáveis ininterruptamente. Se produzíssemos o volume atual de carne bovina com a mesma produtividade da década de 1990, teríamos que ter desmatado outros 250 milhões de hectares.

Caso parcela da sociedade decida alterar o seu hábito de consumo, orientada por desinformações preconceituosas sugerindo a associação entre a pecuária e problemas ambientais, o único efeito prático será o atraso no processo de aporte tecnológico, o aumento dos custos nas empresas relacionadas e o impacto direto na vida das cerca de 6,75 milhões de pessoas que vivem, direta e indiretamente, da bovinocultura”.

Maurício Palma Nogueira. 


Imaflora e GTPS promovem Dia de Campo em Rolim de Moura

147-GTPS_MatoGrossoSul_out.14Nos dias 18 e 19 de março, o Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (IMAFLORA) promoverá o Dia de Campo em Rolim de Moura, Rondônia. Voltado a produtores da região e aberto aos jornalistas, o evento tem como objetivo mostrar um exemplo de propriedade que utiliza boas práticas agropecuárias que, consequentemente, aumentam a produtividade, sem agredir o ambiente. O projeto desenvolvido em Rolim de Moura é uma parceria entre IMAFLORA e Marfrig e faz parte do Programa Pecuária Sustentável na Prática, do GTPS.

O projeto tem o objetivo de ampliar o alcance das técnicas de intensificação de pastagens, que permite o uso da mesma área por maior número de bois, gerando ganhos de produtividade e reduzindo a necessidade de abertura de novos espaços para a criação de gado. Como piloto, foram escolhidas 3 fazendas para funcionar com unidades de demonstração. O projeto visa ainda capacitar equipes técnicas e testar indicadores de melhoria contínua, como multiplicadores da pecuária sustentável. Rondônia. Voltado a produtores da região e aberto aos jornalistas, o evento tem como objetivo mostrar um exemplo de propriedade que utiliza boas práticas agropecuárias que, consequentemente, aumentam a produtividade, sem agredir o ambiente. O projeto desenvolvido em Rolim de Moura é uma parceria entre IMAFLORA e Marfrig e faz parte do Programa Pecuária Sustentável na Prática, do GTPS.

No primeiro dia do evento (18), será apresentado o escopo geral do projeto, pelo secretário executivo adjunto do IMAFLORA, Eduardo Trevisan Gonçalves. O GTPS falará sobre o Programa Pecuária Sustentável na Prática, que conta com financiamento da Fundação Solidaridad, por meio do Farmer Support Programme (FSP), fundo do governo holandês. Murilo Betarello, consultor da empresa Via Verde, apresentará a proposta de intensificação de pastagens que está sendo implementada nas unidades demonstrativas.

O segundo dia do evento (19) será destinado ao dia de campo, onde os participantes aprenderão na prática sobre algumas técnicas da pecuária sustentável e poderão observar um experimento realizado em conjunto com a Stoller.



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