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Monthly Archives: dezembro 2015

Em defesa do clima, representantes de 195 países aprovaram um acordo global

Assinatura do marco encerra a vigésima primeira edição da Conferência das Partes (COP21)

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No último dia da vigésima primeira edição da Conferência das Partes (COP), representantes de 195 países aprovaram um acordo global tido como histórico. Inédito, o pacto tem como objetivo nortear o combate ao aquecimento global nas próximas décadas.

Veja, abaixo, os principais pontos do acordo:

– Países devem trabalhar para que aquecimento fique muito abaixo de 2ºC, buscando limitá-lo a 1,5ºC
– Países ricos devem garantir financiamento de US$ 100 bilhões por ano
– Não há menção à porcentagem de corte de emissão de gases-estufa necessária
– Texto não determina quando emissões precisam parar de subir
– Acordo deve ser revisto a cada 5 anos

Para o presidente do GTPS, Fernando Sampaio, “a pecuária é uma atividade que pode contribuir significativamente para as metas de desenvolvimento determinadas pelas Nações Unidas. Queremos promover um debate construtivo sobre como a pecuária pode auxiliar o governo brasileiro no alcance das metas estabelecidas”.

Acesse o acordo, na íntegra, clicando aqui.

GTPS na COP21

Presente na primeira semana da COP21, o Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS)  lançou o “Brazilian Livestock and its Contribution to Sustainable Development”. O objetivo do documento, construído em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), é divulgar os avanços da pecuária brasileira, reunir as informações mais atualizadas sobre os desafios da sustentabilidade relacionados com a atividade, além de organizar estas informações como uma forma de promover um debate aberto e construtivo sobre as questões transversais do setor.

De acordo com Sampaio, “o desenvolvimento e a conclusão do Position Paper demonstram o amadurecimento do GTPS como um grupo que reúne todos os elos da cadeia de valor da pecuária”.


GTPS lança documento sobre os desafios da pecuária relacionados à sustentabilidade

Durante a 21ª edição da Conferência das Partes (COP21), o Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS) lança o documento “Brazilian Livestock and its Contribution to Sustainable Development”. O objetivo do documento, construído em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), é divulgar os avanços da pecuária brasileira, reunir as informações mais atualizadas sobre os desafios da sustentabilidade relacionados com a atividade, além de organizar estas informações como uma forma de promover um debate aberto e construtivo sobre as questões transversais do setor.

Presidente do GTPS (com documento em mãos) lança Position Paper durante a COP21

Para Fernando Sampaio, presidente do GTPS, “o desenvolvimento e a conclusão do Position Paper demonstram o amadurecimento do GTPS como um grupo que reúne todos os elos da cadeia de valor da pecuária. O documento compila as melhores informações disponíveis sobre os desafios da pecuária e sobre os avanços que a atividade vem alcançando nos últimos anos. A pecuária é uma atividade que pode contribuir significativamente para as metas de desenvolvimento determinadas pelas Nações Unidas, e queremos promover um debate construtivo sobre como a pecuária pode auxiliar o governo brasileiro no alcance das metas estabelecidas pela Convenção de Mudanças Climáticas”.

Para acessar o documento em inglês, acesse: http://goo.gl/DIhWQE

Veja os pontos principais do documento:

– Já atingimos 74% do comprometimento voluntário para reduzir 80% do desmatamento na Amazônia até 2020;

 – O desmatamento depende de vários fatores como a exploração de madeireiras ilegais, falta de posse da terra, a expansão da pecuária e agricultura e o desmatamento de pequenas áreas para assentamentos rurais e áreas indígenas;

– A dinâmica do uso da terra no Brasil envolve a restauração da pastagem, desmatamento ilegal zero, intensificação da pecuária, restauração da vegetação nativa e a competição por terra entre diferentes produtores agrícolas;

– Restauração de pastagem é um fator chave para promover pecuária sustentável no Brasil, abordando a emissão de carbono, reduzindo a pressão por novos desmatamentos e apoiando o uso responsável da água;

– Até 2030, a meta de alcance de áreas de pastagem é de 161 milhões de hectares, liberando 17 milhões de hectares para outros cultivos, florestas plantadas e restauradas sob o Código Florestal (Lei Federal n° 12.651/2015);

– O processo de cumprimento e execução do Código Florestal representa uma grande oportunidade para balancear a produção e criará uma agenda de restauração de pelo menos 12 milhões de hectares nos próximos anos;

– O Cadastro Ambiental Rural (CAR) alcançou 244 milhões de hectares de um total de 398 milhões de hectares. Este número representa 61,5% da área total registrada até outubro de 2015; na Amazônia, a área registrada já alcançou 78,5%;

– Existem 190 milhões de hectares de áreas protegidas localizadas em propriedades. As áreas de Preservação Permanente e Áreas de Reservas Legais estocam até 99 bilhões de toneladas de CO2 e auxiliam no alcance dos objetivos brasileiros em biodiversidade;

– O CAR pode ser usado como uma ferramenta para monitorar o cumprimento ambiental e atingir uma informação transparente sobre o desmatamento na relação entre propriedades;

– A conservação da vegetação nativa em fazendas de pecuária e o aprimoramento de boas práticas agropecuárias são formas de promover as metas para a biodiversidade, assim como os objetivos para o desenvolvimento sustentável;

– O equilíbrio da emissão de gases do efeito estufa pela pecuária precisa ser aprimorado, considerando o sequestro de carbono pela pastagem e um melhor desenvolvimento metodológico para cumprir com o Acordo de Paris proposto pela UNFCCC;

– Em 2012, a emissão de metano pela pecuária utilizando o GTP (Global Temperature Potential) representava 66.350 milhões de toneladas de CO2 comparado a 278.670 milhões de toneladas de CO2 baseadas no GWP (Global Warming Potential);

– A recuperação de pastagem e o Sistema de Integração Lavoura, Pecuária e Floresta (ILPF), que inclui a variação de estoque de carbono pela soja, fermentação entérica, esterco e fertilização de nitrogênio podem significar uma redução de emissões de 100 e 25 milhões de toneladas de CO2, respectivamente;

– Restauração de pastagem e a disseminação de boas práticas agropecuárias são as ações mais promissoras em direção a uma pecuária sustentável. A estruturação destas ações como, por exemplo, a criação do Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS) estão auxiliando o desenvolvimento de uma pecuária mais responsável e eficiente no Brasil.

Participação do GTPS na COP21

Sabendo da relevância da próxima COP21 nas discussões sobre as questões climáticas, o GTPS marcará presença em três eventos durante a vigésima primeira Conferência. A intenção é discutir o papel da pecuária no alcance das metas estabelecidas pela Convenção de Mudanças Climáticas, além de divulgar o trabalho desenvolvido pelo grupo em prol de uma atividade mais sustentável, socialmente justa, ambientalmente correta e economicamente viável.

 04/12 – Evento National Wildlife Federation

A finalidade do evento é apresentar as ações do setor público e privado que reduziram o desmatamento nas cadeias de abastecimento, com um foco em pecuária, couro e óleo de palma. O evento será realizado no UN Civil Society Pavilion, das 16h00 às 17h30.

06/12 – Estande no Global Landscapes Forum

O Global Landscapes Forum é organizado por um consórcio multissetorial de organizações internacionais, dentre elas o Banco Mundial, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e Desenvolvimento (PNUD), o World Resources Institute (WRI) e o Center for International Forestry Research (CIFOR).

O evento, que pretende contar com 2500 participantes, acontecerá nos dias 05 e 06 de dezembro, tem como missão tratar dos assuntos frequentemente relacionados a pecuária, tais como: desmatamento/biodiversidade, emissão de gases de efeito estufa e uso da água.

No segundo dia do evento, o GTPS estará presente no espaço Finance & Trade Pavilion, em uma ação conjunta com a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, a Sociedade Rural Brasileira (SRB) e a Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável (FBDS). As organizações pretendem demostrar como as discussões por elas desenvolvidas podem auxiliar no alcance das metas estabelecidas pela Convenção de Mudanças Climáticas.

Local – Palais des Congrès de Paris
Estande – Pavilhão C ”Finance & Trade Pavilion” – 13
Endereço – 2 Place de la Porte Maillot,75017 –  Paris, França
Horário – das 7:30 às 21:00
Site – http://www.landscapes.org/glf-2015/

07/12 – Sustainable Land Use in Brazil – New practices and investments oportunities for a better future

O evento, em parceria com a  Sociedade Rural Brasileira, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Embaixadas, Credit Agricole e Business France será organizado no formato de debate, liderado por um moderador. Cada um dos representantes das entidades fará uma exposição sobre as respectivas iniciativas e como encaram o Brasil e o agronegócio brasileiro no cenário internacional.

Local – Maison de l’Amérique Latine
Endereço – 217 Boulevard Saint-Germain, 75007 Paris
Horário – das 16:00 às 18:00


Veja a programação dos eventos que o GTPS participará na COP21

A participação do GTPS na  21ª Conferência das Partes  tem como objetivo  divulgar o trabalho que estamos desenvolvendo em prol de uma atividade mais sustentável, socialmente justa, ambientalmente correta e economicamente viável.

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Durante a COP21, o GTPS lançará o Position Paper “Brazilian Livestock and its Contribution to Sustainable Development”. O objetivo deste documento é reunir as informações mais atualizadas sobre os desafios ambientais relacionados com a atividade no Brasil, além de organizá-las como uma forma de promover um debate aberto e construtivo sobre as questões transversais do setor.

Veja, abaixo, a programação dos eventos que o GTPS participará:

02/12 – Evento do International Meat Secretariat 

O evento do IMS, organização sem fins lucrativos que une as instituições voltadas a exportação de carne bovina de todo o mundo, terá como objetivo principal estimular a discussão de como a pecuária pode contribuir para o combate as questões climáticas. O evento será realizado na 207 Rue de Bercy (Metro/RER Gare de Lyon) Paris 75012, das 10h às 16h30.

04/12 – Evento National Wildlife Federation
A finalidade do evento é apresentar as ações do setor público e privado que reduziram o desmatamento nas cadeias de abastecimento, com um foco em pecuária, couro e óleo de palma.
O evento será realizado no UN Civil Society Pavilion, a partir das 16h.

06/12 – Estande no Global Landscapes Forum

O Global Landscapes Forum é organizado por um consórcio multissetorial de organizações internacionais, dentre elas o Banco Mundial, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e Desenvolvimento (PNUD), o World Resources Institute (WRI) e o Center for International Forestry Research (CIFOR).
O evento, que pretende contar com 2500 participantes, acontecerá nos dias 05 e 06 de dezembro, tem como missão tratar dos assuntos frequentemente relacionados a pecuária, tais como: desmatamento/biodiversidade, emissão de gases de efeito estufa e uso da água.

No segundo dia do evento, o GTPS estará presente no espaço Finance & Trade Pavilion, em uma ação conjunta com a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, a Sociedade Rural Brasileira (SRB) e a Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável (FBDS). As organizações pretendem demostrar como as discussões por elas desenvolvidas podem auxiliar no alcance das metas estabelecidas pela Convenção de Mudanças Climáticas.

Local – Palais des Congrès de Paris
Estande – Pavilhão C “Finance & Trade Pavilion” – 13
Endereço – 2 Place de la Porte Maillot,75017 –  Paris, França
Horário – das 7:30 às 21:00
Site – http://www.landscapes.org/glf-2015/

07/12 – Sustainable Land Use in Brazil – New practices and investments oportunities for a better future
O evento, fruto da parceria da Sociedade Rural Brasileira, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Embaixadas, Credit Agricole e Business France,  será organizado no formato de debate, liderado por um moderador. Cada um dos representantes das entidades fará uma exposição sobre as respectivas iniciativas e como encaram o Brasil e o agronegócio brasileiro no cenário internacional.
Local – Maison de l’Amérique Latine
Endereço – 217 Boulevard Saint-Germain, 75007 Paris
Horário – das 16.00 às 18.00


Agronegócio brasileiro terá participação ativa nos debates da COP21

Grande parte das metas de redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) anunciadas recentemente pelo governo brasileiro e que serão levadas para a 21ª reunião da Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (COP21), agendada para ocorrer em Paris no início de dezembro, tem relação direta com o agronegócio. Em razão disso, as principais entidades e grupos representativos do agronegócio brasileiro deverão ter uma expressiva participação nos eventos que serão promovidos, em diferentes fóruns, ao longo dos dias em que acontecerá a Conferência, programada para o período de 30 de novembro a 11 de dezembro.

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Uma das atuações do setor na Conferência será no Global Landscapes Forum, um evento paralelo ao ambiente oficial da COP21, que deve se constituir em um dos mais importantes fóruns para discussão de questões relacionadas ao uso da terra. Promovido por um consórcio multissetorial de organizações internacionais, dentre as quais o Banco Mundial, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e Desenvolvimento (PNUD), o Word Resources Institute (WRI) e o Center for International Forestry Research (CIFOR), o evento deve atrair a atenção de aproximadamente 2.500 pessoas dos mais diversos países e setores, incluindo o de florestas, agricultura, energia e finanças.

A Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), juntamente com a Sociedade Rural Brasileira (SRB) e o Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS), tendo como parceira a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura organizará um estande no Pavilhão Finanças e Comércio (Finance & Trade) do Global Landscapes Forum. O espaço ficará aberto no domingo, dia 6 de dezembro, das 7h30 às 21hs, e deverá servir para a divulgação das ações que o agronegócio brasileiro promove para atenuar os impactos da mudança do clima no mundo, além de servir para a realização de networking entre os participantes.

No mesmo dia e local, está programada a realização de um debate, a partir das 16h40, que terá duração de 45 minutos e no qual as entidades participantes abordarão os desafios e as oportunidades para a implementação de medidas de mitigação das emissões de gases de efeito estufa, que foram sinalizadas pelo governo brasileiro e que tem forte relação com o agronegócio. O painel, denominado “Luta contra mudanças climáticas através da Agricultura e Floresta – Discutindo exemplos brasileiros” será moderado por Roberto Waack, líder da Coalização Brasil Clima, Florestas e Agricultura e contará com os painelistas: Marcello Brito, diretor da ABAG, Fernando Sampaio, presidente do GTPS; e Gustavo Junqueira, presidente da SRB, entre outros.

Na opinião da ABAG, há consenso entre as entidades sobre os grandes desafios que o agronegócio brasileiro terá pela frente para o cumprimento das metas definidas pelo governo brasileiro. A avaliação da Associação é de que será necessário não só manter, mas também aperfeiçoar as políticas e os mecanismos de incentivo à recuperação de pastagens degradadas e à promoção dos sistemas integrados de produção, como iLPF (Integração Lavoura-Pecuária-Floresta).

A SRB irá ao Global Landscapes Forum mostrar que o Brasil tem hoje a produção de alimentos mais sustentável do planeta, com grande responsabilidade social garantida por uma abrangente legislação trabalhista e com baixo impacto ambiental, assegurado por nosso Código Florestal. Segundo a entidade, o agronegócio brasileiro tem ainda um enorme potencial de crescimento para atender à demanda mundial de alimentos, sem expansão da área atualmente ocupada, através de ganhos de eficiência. Essa tendência verificada nas últimas décadas ainda demonstra uma enorme área para conversão, como, por exemplo, na recuperação de pastagens degradadas e na sua conversão em sistemas de agricultura de baixo carbono, parte de nossa INDC, estratégia que permitirá a conversão de grandes áreas em agricultura de alimentos.

Num País com 64% de sua área coberta por vegetação nativa, teremos nos próximos anos ganhos substanciais com a restauração de milhões de hectares de reserva legal e áreas de proteção permanente em propriedades rurais, para adequação ao Código Florestal. Segundo a SRB, para termos toda esta adequação e as nossas INDCs viabilizada, o mercado mundial deve reconhecer a sustentabilidade da produção de alimentos pelo agronegócio brasileiro, valorizando adequadamente os produtos e garantindo o acesso aos principais mercados, hoje protegidos por uma complexa rede de subsídios e forte protecionismo.

O painel no Global Landscapes Forum está alinhado com a característica da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura. O movimento multissetorial, pioneiro no Brasil, funciona como uma arena de diálogos construtivos entre diversas vozes ligadas ao uso da terra. Empresas, organizações da sociedade civil, centros de pesquisa e entidades setoriais buscaram posicionamentos em comum para poderem trabalhar juntos pela agenda da mudança climática e por uma economia de baixo carbono brasileiras, pois entendem que não há como avançar nas grandes e necessárias mudanças que o momento atual exige, sem o esforço conjunto de todas as áreas e, no caso específico do Brasil, setores agrícola e florestal.

Assim, para a Coalizão, faz todo sentido que, num momento e local tão significativos como a COP 21, aconteça um debate sobre o que os setores de agricultura e florestas podem fazer juntos para mudar o cenário atual, que evolua para uma situação mais sustentável e que possa ainda trazer novas oportunidades econômicas.

ABAG e SRB já fazem parte da Coalizão e têm entre seus membros pessoas ativas nos grupos de trabalho do movimento, que lidam com a viabilização de 17 propostas para a redução efetiva de emissões de gases do efeito estufa e o direcionamento da economia para um modelo de baixo carbono, em especial nas áreas de florestas, agropecuária, bioenergia e biocombustíveis.

Já a participação do GTPS no Global Landscapes Forum, tem como objetivo  discutir o papel pecuária brasileira no alcance das metas estabelecidas pela Convenção de Mudanças Climáticas. O GTPS ainda divulgará durante a COP21 o trabalho realizado em prol de uma atividade mais sustentável, socialmente justa, ambientalmente correta e economicamente viável.

Sobre a ABAG

Criada oficialmente no dia 10 de março de 1993, a ABAG – Associação Brasileira do Agronegócio surgiu com quatro compromissos básicos: organizar o processo de desenvolvimento sustentável; integrar o agronegócio brasileiro à economia internacional; eliminar as profundas desigualdades de renda e os bolsões de miséria e respeitar o meio ambiente. Atualmente a entidade conta com mais de 80 associadas, entre empresas, bancos, associações ligadas à indústria que atuam nos segmentos relacionados ao agronegócio, consultorias, além de entidades ligadas a praticamente todos os segmentos da atividade agropecuária.

Sobre o GTPS

Formado no final de 2007 e formalmente constituído em junho de 2009, o Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS) é formado por representantes de diferentes segmentos que integram a cadeia de valor da pecuária bovina no Brasil, entre eles indústrias, organizações do setor, produtores e associações, varejistas, fornecedores de insumos, bancos, organizações da sociedade civil, centros de pesquisa e universidades. O objetivo do GT é debater e formular, de maneira transparente, princípios, práticas e padrões comuns a serem adotados pelo setor, que contribuam para o desenvolvimento de uma pecuária sustentável, socialmente justa, ambientalmente correta e economicamente viável.

Sobre a SRB

Fundada em 1919, a Sociedade Rural Brasileira – SRB trabalha com políticas públicas e iniciativas voltadas para o desenvolvimento da cadeia produtiva do agronegócio, atuando sempre pela convicção e nunca pela conveniência. Formada em sua origem por produtores rurais dotados da convicção de modernizar constantemente o setor, seja pelo melhoramento tecnológico, pelo ambiente regulatório e pelo aumento da produtividade, a SRB insere-se no século XXI como uma plataforma de intermediação entre os diversos elos dessa cadeia produtiva. Além de atividades institucionais, a SRB promove reuniões dos comitês de leis e regulamentos, de sustentabilidade, de mercados e de juventude e lideranças, como forma de gerar conteúdo e subsídios para o posicionamento da entidade frente aos seus desafios.

Sobre a Coalizão Brasil

A Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura é um movimento multissetorial que se formou como o objetivo de propor ações e influenciar políticas públicas que levem ao desenvolvimento de uma economia de baixo carbono, com a criação de empregos de qualidade, o estímulo à inovação, à competitividade global do Brasil e a geração e distribuição de riqueza a toda a sociedade. Mais de 100 empresas, associações empresariais, centros de pesquisa e organizações da sociedade civil já aderiram à Coalizão Brasil.



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