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Monthly Archives: fevereiro 2016

Dois meses antes do prazo final, 66,1% das propriedades foram cadastradas no CAR

Até o momento, 263 dos 397,8 milhões de hectares passíveis foram cadastradas no Cadastro Ambiental Rural (CAR). O montante totaliza 66,1% das propriedades brasileiras. Segundo o Ministério do Meio Ambiente,  mais de 135 milhões de hectares ainda precisam ser cadastrados. A área que resta ser inscrita no sistema é superior ao estado do Pará. Todos os proprietários brasileiros precisam realizar o seu cadastramento até o dia 05 de maio.

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Até o final de janeiro, 83% da propriedades da Região Norte, 66% da Região Sudeste, 38% do nordeste e 33% do sul do país estão com suas propriedades no Sistema de Cadastramento Rural (Sicar), na internet. Somente levando em consideração o primeiro mês do ano, 4,7 milhões de imóveis rurais foram cadastrados, mantendo a média mensal registrada pelo Sicar.

Conforme prevê a Lei 12.651, de 2012, conhecida como Lei Florestal, todas as propriedades rurais do país precisam ser cadastradas no Sistema Eletrônico do CAR (SiCAR). A inscrição é necessária para que os imóveis façam parte do Programa de Regularização Ambiental (PRA), que iniciará o processo de recuperação ambiental de áreas degradadas dentro dos terrenos. O Código Florestal, aprovado em 2012, não permite que o prazo seja adiado mais uma vez. A consequência para os produtores rurais que não fizerem o cadastro dentro do prazo estabelecido é ficar em situação irregular perante a autoridade ambiental. A falta do CAR inviabiliza, ainda, o acesso a financiamentos público e a recuperação do passivo ambiental, caso exista, pelas regras do Programa de Regularização Ambiental (PRA).

De acordo com o diretor do Serviço Florestal Brasileiro, Raimundo Deusdará, órgão responsável pelo CAR, “estaremos preparados para que os proprietários que deixaram para a última hora possam fazer seu CAR sem problemas”. Ele lembra do último mês, antes da prorrogação do CAR em 2014, quando entraram no sistema mais 43 milhões de hectares. Mas alerta que “ é bom que quem não fez o faça o quanto antes”.

Veja o boletim informativo de janeiro na íntegra.

Como se inscrever?

A inscrição no sistema é simples. Basta o produtor rural entrar no site do CAR, selecionar o seu estado e baixar o módulo de cadastro respectivo. Após o preenchimento das informações, o programa criará um arquivo com a extensão “.CAR”, que deve além de ser armazenado no computador, ser enviado na área “Enviar/Retificar” do próprio site. Por fim, o sistema apresentará uma mensagem para confirmar o envio das informações, bem como a disponibilizará um comprovante.

Pelo site, também é possível consultar a situação do imóvel, que pode ser “ativa”, quando o governo constatar a regularidade das informações, “pendente”, quando houver incorreções na declaração, ou “cancelada”, quando as informações declaradas forem falsas ou prazos não forem cumpridos.

Vale lembrar que a inscrição no cadastro é obrigatória para todos os imóveis rurais, sejam eles públicos ou privados, bem como de áreas de povos e comunidades tradicionais que façam uso coletivo do território.

 


Estudo comprova que aumento na produção de carne pode diminuir emissão de gases de efeito estufa

Ao contrário do que muitos pensavam, um estudo realizado por pesquisadores brasileiros e escoceses comprova que o aumento da produção de carne provocará uma redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE). Divulgado no final de janeiro pela  Nature Climate Change, o estudo intitulado “Increasing beef production could lower greenhouse gas emissions in Brazil if decoupled from deforestation” desenvolveu um novo modelo para medir o impacto ambiental causado pela pecuária no Cerrado brasileiro.

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De acordo com o relatório, o aumento da demanda e políticas efetivas de controle do desmatamento servem como estímulo à intensificação das áreas de pastagens. Se a intensificação se der por recuperação de pastagens degradadas, ocorre aumento significativo dos estoques de carbono no solo, o que, segundo o estudo, seria suficiente para contrabalancear o aumento das emissões dos animais.

Para o pesquisador da Embrapa Informática Agropecuária (Campinas/SP), Luís Gustavo Barioni, o método utilizado é inovador e o estudo considera as emissões em todas as etapas de produção, que inclui emissões associadas aos insumos e ao transporte, de forma similar às avaliações de ciclo de vida tradicionais ou atributivas.

“O Brasil conta com aproximadamente 170 milhões de hectares de pastagens. Mais da metade apresenta algum nível de degradação. Há, por isso, área suficiente para que o pecuarista trabalhe sem precisar derrubar árvores, assinala o pesquisador”.

— É uma região imensa que pode absorver carbono por décadas (…). Presumindo que não haveria mais desmatamento, então comer carne pode ser benéfico para o meio ambiente, completa Rafael de Oliveira Silva, outro autor do estudo.

De acordo com o estudo, se a demanda por carne aumentar 30% até 2030, haverá uma redução de 10% das emissões. Por outro lado, uma diminuição de 30% na demanda por carne em relação ao valor projetado para 2030 causaria um aumento de 9% nas emissões.

“Se a demanda por carne aumenta, mas a taxa de desmatamento é mantida constante, os produtores vão precisar intensificar, ou seja, serão incentivados a recuperar pastagens degradadas e isso faz com que se tenha mais sequestro de carbono no solo”, explica Silva.

Ainda de acordo com o pesquisador, “de fato evidências empíricas, como dados do Censo Agropecuário, Inpe e FAO, mostram que houve uma redução significativa no desmatamento em todos os biomas desde 2005, ao passo que a produção de carne continua crescente”, destaca.

Autores

O artigo é de autoria de Rafael de Oliveira Silva, Luís Gustavo Barioni, Julian A. J. Hall, da Universidade de Edimburgo, Marília Folegatti Matsuura, Tiago Zanetti Albertini, da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo (Esalq/USP), Fernando Antonio Fernandes, da Embrapa Pantanal e Dominic Moran, da Scotland’s Rural College (SRUC).
Para acessar o conteúdo na íntegra, clique aqui.



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