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Monthly Archives: abril 2016

Rally da Pecuária chega a Uberlândia

Uberlândia recebe, nesta segunda-feira (25/04), a Equipe 3 do Rally da Pecuária 2016, que realizará evento técnico gratuito para pecuaristas às 19h, na sede da CDL (veja endereço abaixo). No dia seguinte, os técnicos visitarão propriedades na região para avaliar pastagens e entrevistar produtores, seguindo então para Rio Verde (GO). Na sequencia, os técnicos irão para o Mato Grosso do Sul. O Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável é apoiador institucional do evento.

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No evento em Uberlândia, Maurício Palma Nogueira, coordenador do Rally da Pecuária e sócio da Agroconsult, falará sobre mercado, perspectivas e resultados esperados por nível de produção para cria, recria, engorda, ciclo completo e confinamento. Além dele, serão abordados temas que impactam nos resultados da pecuária de corte, como: importância e resultados com a melhoria da estratégia nutricional do rebanho; programas adaptados para melhorar a sanidade; correção, adubação e aumento da produtividade das pastagens; importância do controle de invasoras e pragas; garantia das margens com ferramentas de comercialização; estratégias financeiras e oportunidades de linha de crédito.

Com o intuito de gerar conhecimento e criar parâmetros que possibilitem aos pecuaristas ter mais eficiência e preservar a renda dos próximos anos, o Rally fará entrevistas com produtores e ampliará a pesquisa com consultores independentes e os alocados em empresas de insumos, técnicos e pesquisadores. “Assim como fazemos com produtores, nosso relatório será oferecido a esse público como contrapartida pelo apoio no preenchimento de questionário”, diz o coordenador do Rally da Pecuária, Maurício Palma Nogueira

Uma nova metodologia que busca melhorar a qualidade das informações sobre a pecuária de corte brasileira também estará em campo, com visitas a cerca de 150 propriedades e pesquisas específicas. Nas pastagens, o foco será avaliar o índice de degradação e historiar o manejo nos últimos anos.

60 mil quilômetros

No total, serão percorridos cerca de 60 mil quilômetros, com a realização de 13 eventos. Realizada pela Agroconsult, a expedição é patrocinada por Banco do Brasil, Dow AgroSciences, Fertilizantes Heringer, Merial, Phibro Animal Health e Volkswagen, com apoio nacional da BM&FBOVESPA e DSM/Tortuga. Apoio institucional: Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Associação Nacional dos Confinadores (Assocon), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS), 3rlab (laboratório de análises bromatológicas). Apoio regional da Libra (no Pará), FAEG (em Goiânia) e Famasul (no Mato Grosso do Sul).

O trabalho das equipes e o roteiro completo da expedição poderão ser acompanhados pelo site www.rallydapecuaria.com.br.


Governo paulista oferece R$ 6 milhões para produtores rurais recuperarem áreas degradadas

A partir deste momento, o Governo do Estado de São Paulo disponibiliza R$ 6 milhões para produtores rurais recuperarem áreas ambientalmente degradadas por erosões em suas propriedades. O montante está disponível desde o dia 13 de abril de 2016. A liberação vale para todo o Estado e foi definida em reunião do Conselho de Orientação do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (Feap/Banagro), em 30 de março de 2016. A verba teve aumentado em 50% seu limite por produtor – passando de R$ 10 mil para R$ 15 mil.

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Além disso, a partir de agora, o produtor rural pode realizar melhorias não apenas na erosão em si, mas também nas chamadas áreas de contribuição, aquelas que estão em boas condições, mas que influem diretamente na degradação do solo de outras. O secretário-executivo do Feap, Fernando Aluizio Pontes de Oliveira Penteado exemplifica esta mudança. “Se a água vem de cima de um morro e causa o buraco, então o produtor pode fazer a intervenção desde o morro até a erosão. Não é uma área degradada, mas contribui para degradar a outra”, explicou.

Ainda de acordo com Penteado, para ter acesso aos R$ 15 mil, o agropecuarista deve procurar a Casa da Agricultura de seu município ou um dos Escritórios de Desenvolvimento Rural (EDRs) da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati) da Secretaria. Um técnico visita a propriedade a ser beneficiada e elabora o projeto de melhorias a serem feitas.

Práticas elegíveis para a recuperação da (s) voçoroca (s) e respectiva (s) área (s) de contribuição:

– Correção física dos sulcos profundos e/ou frequentes e voçorocas existentes, através de serviços de motomecanização;

– Recuperação ou construção do sistema de terraceamento agrícola, quando for recomendado;

– Correção química do solo (calagem, gessagem e fosfatagem) visando a revegetação da área a ser recuperada;

– Construção de cercas de isolamento da (s) voçoroca (s) e de cercas para divisão de pastagens, tanto elétricas como convencionais, com todos os equipamentos requeridos;

– Construção de cochos e bebedouros e do sistema hidráulico para a dessedentação animal, quando for recomendado;

– Aquisição de sementes e mudas para a revegetação da área;

– Aquisição de herbicidas para a área a ser recuperada;

– Adubação química e/ou orgânica da área a ser recuperada, para a recomposição da fertilidade do solo;

– Escarificação e/ou subsolagem, visando aumentar a capacidade de infiltração da área.

Desde 2014, já foram disponibilizadas 38 subvenções aos produtores paulistas, totalizando R$ 307.058,08 aplicados na Recuperação de Áreas Degradadas por Grandes Erosões (Radge).


Estudo aponta que sustentabilidade torna a pecuária mais rentável

Em cerimônia realizada na sede da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (ESALQ/USP) na última terça-feira (12), foi divulgado o relatório realizado pelo Rabobank, Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (IMAFLORA), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), ESALQ/USP, Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA) e Universidade de Oxford. De acordo com o documento, crédito pode fazer a diferença para a sustentabilidade da agropecuária e a adoção de mecanismos de promoção de sustentabilidade para o crédito tende a apresentar vantagens tanto para o produtor quanto para o setor financeiro.

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Os produtores participantes de programas que contribuem para a implementação da sustentabilidade relatam que o investimento para produzir com gestão e boas práticas trazem retorno econômico e torna seus negócios mais rentáveis, competitivos e resilientes. Além disto, partem do contexto que há uma tendência em se reconhecer a sustentabilidade como uma necessidade e uma oportunidade para o setor, seja para contribuir com compromissos públicos nacionais e internacionais como para ocupar espaços comerciais globais.

Ao todo, foram utilizadas 1.056 avaliações de 596 produtores clientes doRabobank em sete Estados de 2009 a 2013.

Principais conclusões do estudo:

  • Os resultados do estudo indicam uma correlação entre a saúde financeira e o desempenho socioambiental de produtores rurais. A correlação aponta uma tendência de um melhor;
  • A riqueza ou a renda não parecem determinar o desempenho socioambiental do produtor, já que não foi encontrada correlação entre receita e patrimônio e a nota socioambiental. Isto indica que tanto produtores grandes como pequenos podem alcançar bom desempenho socioambien­tal e saúde financeira;
  • Embora o crédito seja fundamental para o de­senvolvimento da agropecuária, o maior desempenho socioambiental dos produtores está rela­cionado a um equilíbrio entre crédito e nível de endividamento;
  • Produtores mais novos no setor agropecuário tendem a ter melhor desempenho socioambien­tal, uma vez que quanto maior o indicador de “experiência do produtor”, pior tende a ser a sua nota socioambiental. Isto sugere que empreendi­mentos mais recentes são projetados com maior atenção para requisitos regulatórios e gestão efi­ciente. Também aponta a tendência de empreen­dedores mais jovens terem maior sensibilidade a questões de sustentabilidade;
  • Uma política de concessão de crédito basea­da em requisitos de sustentabilidade e calcada em incentivos e apoio para mudanças conduzida pelo agente financeiro pode induzir um processo de melhoria contínua do desempenho socioam­biental do produtor rural. As mudanças do produtor tendem a ser mais intensas no início do re­lacionamento com o banco, durante o processo de ajustamento da propriedade aos requisitos mínimos exigidos pelo agente financeiro. O ban­co pode inclusive ser um dos financiadores do processo de adequação socioambiental e melho­ria contínua;
  • Um produtor com melhor desempenho socioambiental tende a ser um cliente com menor risco e melhor capacidade de pagamento. Vale notar que a capacidade de pagamento na metodologia utilizada não reflete apenas geração de receita e inclui tomada de recursos para financiamento da safra. Isto indica que bom planejamento financei­ro, uso correto de financiamento e desempenho socioambiental se complementam;
  • Indicadores de “foco no agronegócio”, “diversificação de culturas” e “experiência” foram apontados como estatisticamente significantes para explicar a capacidade de pagamento, indicando a importância também do uso de outras informações qualitativas na avaliação de crédito.

Acesse o documento na íntegra, clicando aqui.


APPS lança edição especial do Manual de Práticas para Pecuária Sustentável

No final de 2015, o Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS), em parceria com a Fundação Solidaridad, lançou o Manual de Práticas para Pecuária Sustentável. Com o sucesso do material, a Associação dos Profissionais da Pecuária Sustentável (APPS), que teve papel fundamental na construção do documentoPresidente do GTPS, Fernando Sampaio, no lançamento do Manual da APPS, em parceria com a Dow AgroSciences e Suprema Gráfica, está lançando uma nova versão do conteúdo completo do Manual de Práticas.

A premissa do material é orientar os produtores rurais a tomarem decisões utilizando as tecnologias consideradas sustentáveis para a produção pecuária. Exclusivamente, esta remessa do material, construída pela APPS, Dow AgroSciences e Suprema Gráfica será vendida e o resultado obtido será destinado ao Hospital de Câncer de Barretos, Unidade da Amazônia, referência nacional no tratamento da doença.

O Manual de Práticas para Pecuária Sustentável possui linguagem didática, com o enfoque no “como fazer” e não apenas em “o que fazer”. Além da listagem de tecnologias sustentáveis, o material se propõe a classificar as tecnologias de acordo com o seu nível de complexidade, custo de implementação e incremento em curto, médio e longo prazo.

O desenvolvimento do material é uma das ações do Programa Pecuária Sustentável na Prática, projeto do GTPS que conta com financiamento do seu sócio fundador Fundação Solidaridad, por meio do Farmer Support Programme (FSP), fundo do governo holandês.

O lançamento da versão especial do Manual de Práticas para Pecuária Sustentável está sendo realizado no Encontro de Confinamento e de Recriadores da Scot Consultoria, que acontece em Ribeirão Preto-SP nos dias 12,13,14 e 15 de abril de 2016.


Largada do Rally da Pecuária 2016 será na próxima segunda

Com foco na avaliação das condições da bovinocultura nas principais regiões produtoras,  o Rally da Pecuária 2016 começará na próxima segunda-feira (11). A expedição, que foi realizada pela primeira vez em 2004, tem o objetivo de visitar as regiões pecuárias, os produtores e os projetos desenvolvidos em campo. O Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS) apoia o evento.

No total, entre os dias 11 de abril e 10 de junho, serão sete equipes  técnicas que visitarão 11 Estados (Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia e Acre). “O Rally é planejado para visitar regiões com a maior densidade de bovinos, de acordo com dados do IBGE e com imagens geradas pela Agrosatélite, empresa do grupo Agroconsult. Os 11 estados visitados respondem por mais de 83% do rebanho bovino e 90% da produção nacional de carne”, observa o coordenador do Rally da Pecuária, Mauricio Palma Nogueira.

Roteiro rally

A excursão avalia a pecuária brasileira em aspectos como qualidade de pastagens e das fazendas, evolução do rebanho, técnicas de manejo utilizadas e índices zootécnicos, calibrando os índices para melhorar a base estatística brasileira.

Realizada pela Agroconsult, a expedição é patrocinada por Banco do Brasil, Dow AgroSciences, Fertilizantes Heringer, Merial, Phibro Animal Health e Volkswagen, com apoio nacional da BM&FBOVESPA e DSM/Tortuga. Apoio institucional: Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Associação Nacional dos Confinadores (Assocon), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e 3rlab (laboratório de análises bromatológicas).

Para acessar o roteiro do Rally da Pecuária 2016, clique aqui.


GTPS anuncia novidades para a 2ª edição de Prêmio de Jornalismo

unnamed (1)O Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável convida jornalistas responsáveis por fomentar e divulgar as boas práticas da pecuária sustentável para participar da 2° edição do Prêmio GTPS de Jornalismo. A homenagem busca ampliar o conhecimento sobre os avanços alcançados pelo setor e quebrar os mitos que cercam a cadeia da pecuária bovina do Brasil.

Os profissionais podem se inscrever nas categorias TV, Jornal, Revista, Rádio e Internet. Para participar, as matérias devem ter sido publicadas entre 30 de setembro de 2014 e 20 de maio de 2016 com informações sobre os seguintes temas: Pecuária Sustentável, Consumo Consciente (carne, leite e couro), Cultura e Educação e Desenvolvimento local, Alimentação (maior acesso ao consumo de proteína animal), Boas Práticas (bem estar animal, sanidade, nutrição, rastreabilidade, gestão de propriedade e adequação legal), Adoção de Novas Tecnologias, Formação e Capacitação de Mão de Obra Rural.

O vencedor de cada categoria receberá uma menção honrosa e um Tablet. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo e-mail premiogtps@alfapress.com.br até o dia 20 de maio. O regulamento do prêmio pode ser acessado pelo link http://www.pecuariasustentavel.org.br/premio-gtps-jornalismo. A entrega do prêmio ocorrerá durante o VII Seminário Internacional do GTPS, no dia 16 de junho, em São Paulo.

O presidente do GTPS, Fernando Sampaio, acredita que a iniciativa ajuda a disseminar as boas práticas nas fazendas brasileiras. “As atividades que desenvolvemos com toda a cadeia de valor da carne devem ser divulgadas por pessoas comprometidas. Esta é mais uma oportunidade de estreitar a relação com estes profissionais, incentivando a troca de experiências e conhecimentos”, ressalta.


Último mês para cadastro de imóvel rural no CAR

Os proprietários dos imóveis rurais têm até o dia 05 de maio para inscrever as suas propriedades no Cadastro Ambiental Rural (CAR). De acordo com o último relatório divulgado pelo Ministério do Meio Ambiente em fevereiro, apenas 66,1% das propriedades brasileiras haviam sido cadastradas até aquele momento. Na ocasião, dos 397,8 milhões de hectares passíveis de cadastro, apenas 263 haviam sido inscritos.

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Conforme prevê a Lei 12.651, de 2012, conhecida como Lei Florestal, todas as propriedades rurais do país precisam ser cadastradas no Sistema Eletrônico do CAR (SiCAR). A inscrição é necessária para que os imóveis façam parte do Programa de Regularização Ambiental (PRA), que iniciará o processo de recuperação ambiental de áreas degradadas dentro dos terrenos. O Código Florestal, aprovado em 2012, não permite que o prazo seja adiado mais uma vez. A consequência para os produtores rurais que não fizerem o cadastro dentro do prazo estabelecido é ficar em situação irregular perante a autoridade ambiental. A falta do CAR inviabiliza, ainda, o acesso a financiamentos público e a recuperação do passivo ambiental, caso exista, pelas regras do Programa de Regularização Ambiental (PRA).

De acordo com o diretor do Serviço Florestal Brasileiro, Raimundo Deusdará, órgão responsável pelo CAR, “estaremos preparados para que os proprietários que deixaram para a última hora possam fazer seu CAR sem problemas”. Ele lembra do último mês, antes da prorrogação do CAR em 2014, quando entraram no sistema mais 43 milhões de hectares. Mas alerta que “ é bom que quem não fez o faça o quanto antes”.

Veja o boletim informativo de janeiro na íntegra.

Como se inscrever?

A inscrição no sistema é simples. Basta o produtor rural entrar no site do CAR, selecionar o seu estado e baixar o módulo de cadastro respectivo. Após o preenchimento das informações, o programa criará um arquivo com a extensão “.CAR”, que deve além de ser armazenado no computador, ser enviado na área “Enviar/Retificar” do próprio site. Por fim, o sistema apresentará uma mensagem para confirmar o envio das informações, bem como a disponibilizará um comprovante.

Pelo site, também é possível consultar a situação do imóvel, que pode ser “ativa”, quando o governo constatar a regularidade das informações, “pendente”, quando houver incorreções na declaração, ou “cancelada”, quando as informações declaradas forem falsas ou prazos não forem cumpridos.

Vale lembrar que a inscrição no cadastro é obrigatória para todos os imóveis rurais, sejam eles públicos ou privados, bem como de áreas de povos e comunidades tradicionais que façam uso coletivo do território.



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