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Monthly Archives: agosto 2016

GTPS discute como disseminar boas práticas tecnológicas para os pecuaristas durante Seminário em São Paulo-SP

O Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS) em parceria com o Grupo Agroconsult promoveram o seminário “A pecuária está preparada para o futuro?”, no dia 16 de agosto, em São Paulo-SP. Os cerca de 150 participantes tiveram a oportunidade de refletir e sugerir propostas sobre os principais entraves para o desenvolvimento da pecuária, como segurança jurídica, acesso ao crédito, acesso a tecnologia e gestão.

“Muitos perguntam: ‘por que trabalhar capacitação e intensificação se nos últimos 15 anos esses itens já estão aumentando gradativamente?’ e a resposta é simples: grande parte da classe média produtora está ficando de fora desses processos e são esses pecuaristas que queremos atingir por meio dos nossos projetos”, ressalta o primeiro palestrante do evento, o Presidente do GTPS, Fernando Sampaio.

Em seguida, o Coordenador de Pecuária da Agroconsult, Maurício Palma Nogueira, apresentou os levantamentos obtidos durante o Rally da Pecuária deste ano. “A amplitude da pecuária no Brasil é extremamente elevada. O pacote tecnológico atualmente disponível não é totalmente utilizado nas propriedades. Temos uma média de produtividade de 10 arrobas por hectare/ano, sendo que 58% dos produtores estão abaixo dessa faixa de produtividade”, destaca.

Para abordar o tema “Pasto X Soja: quem ganha? – O caso do bioma Cerrado”, o sócio-diretor da Agrosatélite, Bernardo Rudorff, mostrou os resultados comparativos entre a produção de soja e a produção pecuária no Cerrado brasileiro.

A última palestra foi ministrada pelo sócio diretor do Grupo Agroconsult, André Pessôa, que questionou quais resultados esperar da intensificação sustentável. “Pelos dados do Rally, 50 mil produtores estão operando com produtividade, no mínimo, duas vezes e meia a mais que a média nacional e, cerca de 250 mil estão em risco de serem excluídos pela intensificação tecnológica dos mais eficientes. É nesse segundo grupo que devemos nos atentar e focar nosso trabalho”, comenta.

Para finalizar, houve um debate entre os palestrantes e os convidados, que analisaram os temas discutidos e informações apresentadas.


Embrapa lança base de dados com informações sobre agropecuária nacional

O Sistema de Inteligência Estratégica da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) lançou na última semana uma plataforma com informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O banco de dados possui referências distribuídas em três grandes grupos: pecuária, produção agrícola e abates.

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O sistema desenvolvido transforma os dados em tabelas de análises de resultados que podem apresentar o recorte, o filtro e detalhamento que o usuário escolher. A ferramenta tem o objetivo de ser fonte de informação para pesquisadores, jornalistas, gestores públicos, profissionais da área, empresários, analistas financeiros e interessados em geral.

“As informações, provenientes do IBGE, são disponibilizadas tradicionalmente em forma de tabelas. Desenvolvemos uma apresentação que pode ser rapidamente acessada ao clicar nos mapas e nos dados de interesse por meio de gráficos, análises comparativas e relatórios”, explica conta o coordenador do Agropensa, o pesquisador Édson Bolfe.

Em pecuária, é possível averiguar a produção das principais criações animais: bovinos, caprinos, ovinos, suínos, bubalinos, equinos e galináceos. O tamanho de cada rebanho pode ser acompanhado a cada ano desde 1990 até 2014, safra mais recente registrada. A pesquisa pode ser feita por região do Brasil, estado, região do estado e município.

“Esta é uma das bases de dados utilizadas pelo Agropensa é uma prática e moderna ferramenta de trabalho que pode ser aplicada para os mais diferentes fins do planejamento estratégico rural,” afirma Bolfe, “nosso objetivo foi facilitar o acesso às informações públicas produzidas pela Embrapa e parceiros”. O pesquisador revela que na próxima etapa o sistema será ampliado com dados sobre a exportação de produtos agropecuários e envolverá outras fontes além das bases da própria Embrapa e do IBGE.

A ferramenta pode ser acessada pelo link.


Ética foi um dos temas debatido no 15º Congresso Brasileiro do Agronegócio promovido pela ABA

 

O terceiro painel do 15º Congresso Brasileiro do Agronegócio, promovido pela ABAG – Associação Brasileira do Agronegócio na segunda-feira (8/8), em São Paulo, trouxe para os cerca de 900 participantes do evento o temaÉtica e o Brasil. “Existe uma cultura em nosso país de que quem dá emprego é explorador e que ter lucro é considerado um crime. Por esse motivo, há essa visão de que o agronegócio é bandido”, avaliou o filósofo Luiz Felipe Pondé. “Essa mentalidade de não confiança atrapalha a vida, o desenvolvimento e os negócios, além de criar por parte do empresariado uma cultura de se proteger com o auxílio do Estado, servindo a Ele, tornando-se uma forma de sobrevivência e para fazer negócios”.

Nesse sentido, Pondé considera ser imprescindível uma transformação nesse tipo de cultura no país, o que resultará também em um menor nível de corrupção em instâncias públicas e privadas. “Quanto menos as pessoas tiverem o poder de decisão e quanto maior forem os processos de transparência e de automação dessa transparência, em especial, nas transações financeiras, haverá menos corrupção. Assim, a produção de processos de transparência e de rastro precisam ser ampliadas”, explicou. “O futuro da ética no Estado e na sociedade está exatamente no aumento da transparência tecnológica”, acrescentou.

O painel, que teve como moderador o jornalista Augusto Nunes, foi aberto pelo ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto que enfatizou a importância de a Constituição brasileira contemplar, em diversos dos seus artigos, a questão da ética. “Essa consciência coletiva da ética como padrão elevado de conduta pública, que tem levado o Brasil a apresentar ganhos jurídicos e éticos importantes”, afirmou o ministro. “Nosso desafio no Brasil, é sairmos do melhor discurso para a melhor prática, encurtando a distância entre o que se prega e o que efetivamente é feito”, complementou o ministro.

Demonstrando otimismo, Ayres Britto afirmou ainda que à luz da nossa constituição conseguimos produzir leis importantes na questão da improbidade administrativa, proibição de financiamento de campanhas eleitorais, Lei Maria da Penha, de proibição do nepotismo, cotas sociais e raciais. “Nessa linha, estamos experimentando o podemos sair mais fortalecidos e engrandecidos. Podemos dizer o fundo do poço não é escorregadio, mas pode funcionar como molas ejetoras”, concluiu.

A avaliação sobre a aproximação do discurso com a ação na questão da ética, relatada por Ayres Britto, conta com concordância de outro participante do painel, o economista Eduardo Giannetti da Fonseca. “No caso brasileiro, o que me envergonha é saber que empreiteiros e diretores da Petrobras estão sendo julgados, condenados e presos, enquanto políticos continuam soltos e, muitos, comandando processos políticos. Isso não é aceitável que políticos continuem soltos”, analisou Giannetti da Fonseca.

Na opinião do debatedor, o mensalão foi um divisor de água, ao punir pessoas que ocuparam elevados cargos na República. “A conclusão a que chego é que a crise atual está relacionada ao nosso estado patrimonialista, que age como se a sociedade existe para servir ao Estado e não o contrário. O que a Lava-jato revelou é a existência de um bloco de empresário que estava abrigado pelo projeto de poder”, finalizou.

A liderança e o protagonismo exercidos pelo agronegócio brasileiro no mercado internacional e para o desenvolvimento econômico e social do país foram outros temas abordados durante o Congresso da ABAG. Uma tônica que dominou os debates foi a de que, apesar de o setor ainda apresentar níveis de crescimento, diferentemente do que ocorre com a economia nacional, a agenda do agronegócio sofre com os limites impostos, como a capacidade logística brasileira, a crise fiscal, a dificuldade de orçamento governamental, o regime tributário, ao mesmo tempo em que há a necessidade de manter os investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação para manutenção do desenvolvimento da indústria e da cadeia do segmento.

A análise foi feita pelo presidente da ABAG, Luiz Carlos Corrêa Carvalho, feita ao término do evento, onde também destacou a questão da demanda por alimentos em função do aumento da renda per capita, da maior urbanização e do crescimento populacional que vem ocorrendo no mundo. Por esse motivo, Carvalho pondera que é necessário a discussão de políticas públicas com vistas a longo prazo para que haja o crescimento sustentável não apenas do agronegócio como do país. “Assim, como foi sugerido durante nosso Congresso, nós devemos nos envolver para além do agronegócio. É nossa obrigação ter uma participação mais efetiva, que nossas lideranças possam atuar de forma macrossetorial. Quanto mais poder, mais responsabilidade”, enfatizou.

Sobre a questão tributária, Carvalho considera imprescindível que haja a reforma, mas que ela precisa ocorrer de modo a analisar toda a economia, considerando todos os elos das cadeias produtivas relacionadas com o agronegócio. “A questão do tributo no país precisa ser revista para que todos os elos da cadeia fiquem equilibrados, sem privilegiar um em detrimento de outro”, disse. “Temos defendido que haja interdependência e cooperação entre todos os atores, maior governança entre os setores privados e as entidades de classe e que haja menos governo e mais mercado, o que significa menos intervenção do Estado”.

Para o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária, Neri Geller, que participou do encerramento do encontro, o Ministério da Agricultura precisa ser a “casa da produção”. A seu ver, os empresários precisam atuar junto com o Ministério para construir ações concretas e liderar esse protagonismo que o Brasil merece e precisa. “Não há nenhum país do mundo que tem a capacidade de suprir a demanda por alimentos”, afirmou Geller.

Na parte da manhã, o 15º Congresso Brasileiro do Agronegócio contou com a palestra do cineasta, escritor e jornalista Arnaldo Jabor, que trouxe o debate sobre o Brasil de hoje e do futuro. Na sequência, o painel 1 Liderança no Agronegócio contou com as participações da senadora Ana Amélia Lemos, do presidente da Cooxupé Carlos Alberto Paulino da Costa, do presidente do Conselho diretor da ANDEF – Associação Nacional de Defesa Vegetal, Eduardo Leduc, e do economista José Roberto Mendonça de Barros, sócio da MB Associados. O painel Liderança no Agronegócio foi moderado pelo jornalista Celso Ming.

Já o painel 2 Protagonismo do Agronegócio estiveram como debatedores Marcelo Furtado, representante da Coalizão Brasil, Clima, Florestas e Agricultura; embaixador Marcos Azambuja; ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues e a economista Zeina Latif, da XP Investimentos. O moderador foi o editor de agronegócios do Valor Econômico Fernando Lopes.

Durante o evento, a Abag homenageou, com o Prêmio Norman Borlaug, o engenheiro agrônomo Sizuo Matsuoka, geneticista e responsável pela maioria das variedades de cana em produção. O prêmio foi entregue por Ismael Perina Junior, agricultor do segmento canavieiro e presidente da Câmara Setorial do Açúcar e Álcool, órgão consultivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Foi entregue também o Prêmio Personalidade do Agro Ney Bittencourt de Araújo, que este ano homenageou o governador do Mato Grosso, Pedro Taques. O prêmio foi entregue por Rui Prado, presidente da FAMATO – Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso.


GTPS lança Position Paper em português

O Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS) lança oficialmente a versão em português do Position Paper “A Pecuária Sustentável e sua Contribuição para o Desenvolvimento Sustentável”. A versão em inglês do documento foi apresentada na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática – COP 21, realizada em Paris, mostrando os avanços do setor e posicionando a pecuária como aliada para o cumprimento das metas firmadas nos acordos mundiais.

O objetivo do documento, construído em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), é divulgar os avanços da pecuária brasileira, reunir dados sobre os desafios da sustentabilidade relacionados com a atividade, além de organizar estas informações como uma forma de promover um debate aberto e construtivo sobre as questões transversais do setor.

No material, há informações atualizadas sobre temas como desmatamento, emissões de gases de efeito estufa, pastagens degradadas, obstáculos à intensificação, uso da água e perda de biodiversidade, entre outros.

“Os desafios para definir e promover uma pecuária sustentável no Brasil estão diretamente relacionados com os tópicos descritos no documento. A pecuária, além de ser extremamente importante para a segurança alimentar no Brasil e no mundo, necessita intensificar a sua produção para suprir o aumento da demanda mundial por carne bovina”, destaca o Presidente do GTPS, Fernando Sampaio.

Acordo firmado em Paris

Na COP 21, 195 países se comprometeram a reduzir as emissões e adaptar e recuperar os ecossistemas. As contribuições do Brasil envolvem não só a redução do desmatamento, mas também a restauração de 12 milhões de hectares e a recuperação de até 15 milhões de hectares de pastagens.

O Position Paper pode ser acessado no link: http://goo.gl/5tuNng


Congresso da ABAG destaca a importância da tecnologia no aumento da produtividade e da manutenção da liderança mundial do agronegócio

Reforçar os investimentos em inovação tecnológica para alavancar a produtividade do agronegócio brasileiro foi o tema dominante no primeiro painel do 15º Congresso Brasileiro do Agronegócio, que está sendo promovido pela ABAG – Associação Brasileira do Agronegócio, nesta segunda-feira (8), em São Paulo, e cujo tema central éLiderança e Protagonismo. “Entre as várias prioridades que o grave momento vivido pelo país demanda, pedimos muito atenção com a propriedade intelectual e com a inovação tecnológica”, reforçou o presidente da ABAG, Luiz Carlos Corrêa Carvalho, na solenidade de abertura do evento, que contou com a presença de 900 participantes.

O presidente da ABAG também ressaltou a importância do agronegócio para o Brasil, seu crescimento contínuo e sua competitividade perante ao mercado global, enfatizando a necessidade de se promover diversas reformas para consolidar essa liderança. “As grandes reformas, trabalhistas, tributária, previdenciária e política, precisarão acontecer. Para tanto, as questões transversais ganham grande relevância e é preciso um posicionamento conjunto, não isolado”, pontuou Carvalho.

Para secretário da Agricultura e do Abastecimento do Estado de São Paulo, Arnaldo Jardim, que representou o governador Geraldo Alckmin na solenidade de abertura, o agronegócio nacional está pronto para ter liderança e exercer seu protagonismo, uma vez que o segmento não apenas produz alimentos e fibras, mas também, produz bioenergia. “Nosso setor está sempre em busca de agregar valor e de criar oportunidades para nosso país. O que precisamos é unidade de ação e uma boa governança e sintonia entre nossas entidades”, afirmou.  Ele ainda ressaltou a questão da sustentabilidade. “O Brasil aceitou definitivamente fazer uma agricultura sustentável. Por isso, aqui, o meio-ambiente e a agricultura não rivalizam”.

A competitividade, a qualidade e a produtividade somadas aos aspectos ambientais, a sustentabilidade, o cuidado com o bem-estar animal, em um ambiente de evolução tecnológica crescente, estão exigindo dos líderes do agronegócio nacional um embate efetivo, uma liderança mais assertiva, inclusive, muitas vezes, tomando o papel de instituições públicas para que o setor avance e exerça realmente seu protagonismo. A conclusão é da senadora Ana Amélia Lemos, durante o primeiro painel Liderança no Agronegócio

Segundo a senadora, o estado do Mato Grosso, que está se consolidando como um importante celeiro do agronegócio nacional, estabeleceu como uma de suas prioridades a aplicação de tecnologia e inovação no campo, visando obter o máximo de produtividade e qualidade no cultivo, resultando, dessa maneira, em alta competitividade frente ao mercado nacional e mundial. “Há 20/30 anos, o Rio Grande do Sul era considerado o grande celeiro agrícola do Brasil. No entanto, o agricultor migrou suas tecnologias para outros estados em função de melhores condições de trabalho. E, com o isso Estado perdeu a liderança para o Paraná e, agora, vemos o mesmo movimento com o Mato Grosso. Tudo isso devido as escolhas e as prioridades”, afirmou Ana Amélia.

A questão das escolhas deve estar também na pauta dos líderes do agronegócio, de acordo com a senadora, em especial em assuntos que prejudicam a produtividade do setor. O estado de Santa Catarina, um dos maiores produtores de suínos e aves do país, com um consumo de cerca de sete milhões de toneladas de milho, compra esse produto do Mato Grosso por um preço final que pode chegar a ser o triplo do valor dele, devido a logística. “Esse tipo de contradição, onde o custo do transporte é maior do que o preço do produto, vai exigir das lideranças do setor atitudes assertivas”, enfatizou Ana Amélia.

Para outro participante do primeiro Painel, Eduardo Leduc, presidente do Conselho Diretor da ANDEF – Associação Nacional de Defesa Vegetal, o desafio para a consolidação da liderança do agronegócio brasileiro no mundo depende de um posicionamento mais firme em relação a qualidade, tecnologia e posicionamento de marca. “Mesmo com o agro crescendo no ritmo que conhecemos, liderar é uma coisa muito diferente. Ser o maior exportador de carne não significa ser líder. Para consolidar essa liderança temos de aumentar muito nossa produtividade. Para isso, é fundamenta termos uma visão de toda a cadeia produtiva”, observou Leduc salientando a importância de se dedicar ao conceito de marca e de percepção do consumidor final.

Nesse aspecto, outro palestrante do Painel, Carlos Alberto Paulino da Costa, presidente da Cooxupé – Cooperativa Regional dos Cafeicultores em Guaxupé, relatou o trabalho de constante aprimoramento tecnológico e de processo produtivo que tem levado a conquista de novos mercados em várias partes do mundo. “Você só pode melhorar o que é medido. Para tanto, desenvolvemos uma série de instrumentos para avaliar os processos e repassamos os avanços para todos os nossos 13 mil cooperados”, explicou.

Na sequência, o economista José Roberto Mendonça de Barros, sócio da MB Associados, afirmou que o que falta ao agronegócio brasileiro é um visão estratégica. “Nossa estratégia básica é nos tornarmos, nos próximos dez anos, o maior player de produtos agrícolas do mundo, sem perda da qualidade do abastecimento local. Para isso, temos de equacionar alguns problemas como melhorar a infraestrutura de transporte e logística; resolver as questões tributária e trabalhista; pensarmos em termos de cadeia produtiva; agregar valor, para deixarmos de vender um quilo de café em grãos a R$ 16,00, para exportarmos café capsulas num valor que pode chegar a R$ 275,00; e entrarmos firmes na pauta da agricultura de precisão”. O painel Liderança no Agronegócio foi moderado pelo jornalista Celso Ming.

A Abag homenageou, com o Prêmio Norman Borlaug, o engenheiro agrônomo Sizuo Matsuoka, geneticista e responsável pela maioria das variedades de cana em produção; sócio fundador da Vignis, empresa especializada na produção de biomassa para o fornecimento de cana-energia para a indústria e usinas termelétricas. O prêmio foi entregue por Ismael Perina Junior, agricultor do segmento canavieiro e presidente da Câmara Setorial do Açúcar e Álcool, órgão consultivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Foi entregue também o Prêmio Personalidade do Agro Ney Bittencourt de Araújo, que este ano homenageou o governador do Mato Grosso, Pedro Taques, que tem se destacado nacionalmente como um dos principais defensores do agronegócio. O prêmio foi entregue por Rui Prado, presidente da FAMATO – Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso.

Promovido pela ABAG desde 2002, o Congresso Brasileiro do Agronegócio, já faz parte da agenda dos principais formadores de opinião do País e na edição deste ano também contou com a presença das mais importantes lideranças políticas, empresariais e setoriais do agronegócio brasileiro. O evento contou ainda com uma palestra inaugural, proferida pelo cineasta e jornalista Arnaldo Jabor e que teve como tema Brasil: Hoje e Amanhã.


GTPS apoia discussão sobre liderança e protagonismo no 15º Congresso Brasileiro do Agronegócio

No próximo dia 8 de agosto, a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) realiza a 15ª edição do Congresso Brasileiro do Agronegócio. Este ano, o objetivo do evento é discutir sobre a liderança e o protagonismo no agronegócio com foco nos desafios de manter o Brasil na liderança mundial da produção de alimentos, fibras e energia renovável. Além disso, consolida a percepção do produtor brasileiro ser um dos mais sustentáveis do mundo.

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Para o presidente do GTPS, Fernando Sampaio, o encontro é uma oportunidade de reunir as principais lideranças, empresários e representantes de entidades para debater os desafios e apresentar propostas para o futuro do setor. “A ABAG é uma parceira de longa data e esse Congresso é um dos principais eventos do agronegócio nacional. Disseminar o progresso da produção brasileira mostra o quanto evoluímos nas boas práticas agropecuárias e serve de incentivo para os demais produtores aderirem à sustentabilidade”, comenta.

O evento será realizado das 8h às 19h no hotel Sheraton, em São Paulo-SP. Outras informações pelo site www.abag.com.br/cba.



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