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Monthly Archives: maio 2017

Estudo avalia a pegada hídrica dos confinamentos brasileiros

Como é sabido, de uns tempos para cá, há uma crescente preocupação quanto a produção pecuária e a sua relação com a utilização dos recursos naturais. Publicado recentemente no “Agricultural Systems”, o estudo que está sendo elaborado pela Embrapa Pecuária Sudeste (SP) e financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) avalia a pegada hídrica de fazendas que trabalham em sistemas de confinamento no Brasil. O trabalho está utilizando informações climáticas e produtivas de 17 fazendas e será finalizado em janeiro de 2018.

DIVULGAÇÃO ASSOCON

DIVULGAÇÃO ASSOCON

O trabalho avalia o efeito da intensificação dos sistemas de produção na pegada hídrica, uma vez que sistemas mais eficientes utilizam melhor os recursos. Em média, de acordo com o estudo, o aumento de 28,5% da produtividade significou uma redução de 19,4% no valor da pegada hídrica.

O Brasil utiliza o sistema de confinamento como estratégia para terminação de animais. Cerca de 10% do rebanho bovino abatido no Brasil anualmente, passou por algum sistema de confinamento. Segundo a Associação Nacional de Pecuária Intensiva (Assocon), em 2017, o número de animais confinados deve ultrapassar quatro milhões de cabeças.

Vale ressaltar que pegada hídrica é a quantidade total de água, direta e indiretamente, usada para produção de um produto.

Quem tiver interesse no estudo, por gentileza, entre em contato: julio.palhares@embrapa.br.

Veja a entrevista que o pesquisador da Embrapa Julio Palhares, um dos autores do estudo, concedeu ao GTPS.

1 – Como o produtor rural pode colaborar para a preservação dos recursos hídricos?

O manejo da água ainda é pouco praticado pela pecuária brasileira. A justificativa para isso é que ainda não internalizamos o manejo hídrico em nossas produções. Manejo hídrico é definido como: uso cotidiano de conhecimentos e práticas que garantam a oferta de água em quantidade e com qualidade. No caso das produções animais, entendemos a água somente como um insumo produtivo. O que é um erro. Além de insumo a água tem outras duas dimensões: alimento e recurso natural. Enquanto não entendermos e manejarmos essas três dimensões, continuaremos a manejar o recurso de forma pouco conservacionista, ameaçando a segurança hídrica das regiões e aumentando os conflitos entre a pecuária e a sociedade.

2 – Quais são os principais impactos na pegada hídrica nos confinamentos? Qual a principal diferença entre a pegada hídrica dos confinamentos para os outros sistemas de produção?

Todo sistema confinado, seja de bovinos, suínos e aves são intensivos no uso de recursos e insumos, sendo a água um deles. Sabemos que o sistema confinado pode ter diversas vantagens econômicas, o que devemos fazer e aliar essas vantagens ao uso eficiente da água e dos outros recursos e insumos. O impacto do valor da pegada hídrica não depende somente do sistema de produção, mas também da disponibilidade hídrica da região onde este sistema está localizado. Portanto, uma pegada de alto valor pode ter um impacto menor se a fazenda se localiza em uma região de elevada oferta de água, ou seja, não existem verdades absolutas, mas sim condições produtivas e ambientais específicas que irão determinar maior ou menor impacto. Independente do impacto, temos que estar sempre trabalhando para dar maior eficiência hídrica aos nossos produtos. No caso de bovinos, seja de corte ou de leite, a diferença no valor das pegadas de sistemas confinados para outros sistemas de produção se dá devido as diferenças de manejo nutricional. Existe uma relação direta entre o que o animal come e o valor da pegada. Quanto mais eficientes formos na nutrição animal, mas eficientes seremos no uso da água.

3 – A informação indicando que a agropecuária consome 70% da água doce do planeta é correta?

Aqui vale diferenciar água captada de água consumida. A captada se refere ao total do recurso que retiramos de rios, lagos, poços, etc. A consumida é a efetivamente utilizada. Portanto, capta-se muito mais do que é consumido. Isso vale para agropecuária e para qualquer outra atividade humana.

Há estudos que mostram números acima ou abaixo do valor de 70%, pois as metodologias para se calcular isso diferem. O fato é que, sim, a agropecuária é a grande atividade consumidora de água no planeta. Nos países em desenvolvimento, como o Brasil, a maior parte da água é consumida pela agropecuária. Em países desenvolvidos, por sua vez, a maior parte é utilizada pelos setores industriais e de serviços. Em vista dos números, podemos concluir que a produção de alimentos é intensiva no uso da água, tendo assim o dever de prezar pelo uso eficiente deste recurso natural.

4 – Quais são as lições que devemos tirar da crise hídrica de 2015? Na sua avaliação o que precisa mudar para minimizar esse problema caso haja uma nova escassez de chuva?

A crise hídrica de 2015 é um exemplo que ficará para história e servirá de material didático para ensinarmos o preço que pagamos quando o futuro não é planejado e quando não consideramos a disponibilidade hídrica nesse futuro. Por mais que se queira culpar aquela figura simpática chamada de São Pedro, ele não é o responsável pelo colapso hídrico que algumas regiões vivenciaram.

Eventos climáticos sempre existiram e sempre existirão, e segundo as projeções, serão mais frequentes e intensos. Quando há a conjunção de falta de chuva com falta de planejamento e gestão hídrica, o resultado é sabido, caos! Eventos climáticos extremos terão muito menor impacto se o recurso natural for gerenciado dia a dia; se a redução do uso da água e o uso eficiente dela forem instrumentos de políticas e não de campanhas de momento; se a relação disponibilidade de água e demanda dos diversos usos for planejada, monitorada e avaliada constantemente; se a água for entendida como recurso natural finito em quantidade e qualidade e não como recurso abundante, ofertado pela natureza de graça e que tem como única função satisfazer nossas necessidades e ambições hídricas.

O setor agropecuário não pode falhar em ser ator principal no gerenciamento dos recursos hídricos utilizados na produção de alimentos, para isso tem que dispor de informações, desde as mais simples, como o volume de água utilizado para se produzir um quilograma de carne bovina, até as mais complexas, como os limites hídricos de determinada propriedade, região e país. Essas informações determinarão a segurança e independência hídricas das produções e da sociedade. Cabe ressaltar que não bastam somente as informações. Essas devem ser trabalhadas para gerar conhecimentos o que propiciará a gestão do recurso. Tendo as informações, gerando conhecimentos e fazendo a gestão, eventos extremos terão impactos negativos menores.


Mais de 6 mil pessoas percorreram o Caminho do Boi na Agrishow

A edição de 2017 do Caminho do Boi teve seu recorde. Mais de 6 mil pessoas percorreram o estande durante a Agrishow, considerada a maior feira da América Latina. A atração, que convida o consumidor a percorrer o trajeto do animal de corte desde a fazenda até o mercado, foi instalado em uma área de 900m². A iniciativa foi promovida pela Agrishow e Terraviva Eventos, com projeto da Beckhauser e participação de diversas instituições, inclusive o Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável.

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Além dos milhares de produtores e lideranças do setor, percorreram o Caminho do Boi autoridades, como o Secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Arnaldo Jardim; o Secretário de Estado do Meio Ambiente de São Paulo, Ricardo Salles; o ex-Ministro da Agricultura e presidente da Abramilho – Associação Brasileira dos Produtores de Milho, Alysson Paolinelli; o presidente da Embrapa, Mauricio Lopes, entre outros.

“Esta edição do Caminho do Boi na Agrishow foi mais voltada para o consumidor com o objetivo de mostrar toda a tecnologia que existe por trás do alimento que chega à sua mesa, bem como o esforço de toda a cadeia para produzir uma carne saborosa e segura. O retorno que tivemos das pessoas que passaram pelo Caminho foi extremamente positivo e demonstra que foi uma iniciativa muito bem sucedida”, avalia Mariana Beckheuser, vice-presidente da Beckhauser.

“Foi uma grande honra realizar o projeto Caminho do Boi nesta magnífica feira que é a Agrishow, marcada por ser um polo difusor da tecnologia e de inovação. Foi uma oportunidade de evidenciar a pecuária na feira, atividade que está cada vez mais consorciada com a lavoura e que quanto mais integrada, mais se mostra eficiente e sustentável”, ressalta Carla Tuccilio, diretora do Terraviva Eventos.

O Caminho do Boi na Agrishow teve a participação da Abiec – Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes,Allflex, Associação Brasileira dos Criadores de Bovinos Senepol, Beckhauser, Belgo Bekaert, Casale, DeltaGen, GTPS – Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável, Guarania, IMAC – Instituto Mato-grossense da Carne, Instituto de Zootecnia (IZ), Kemin, MultiBovinos, Nova Assocon, Núcleo Feminino do Agronegócio, Panucci Pré Moldados, Prodap, Rede de Fomento ILPF, coordenada pela Embrapa, Rubber Tank, Scot Consultoria e Villa Beef.

Evento na Arena do Conhecimento
Como parte do projeto Caminho do Boi, a pecuária também foi tema de um evento na Arena do Conhecimento, novo espaço da feira dedicado a discussões e difusão de tecnologias aos produtores.

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O evento teve quatro painéis para debater os rumos da pecuária sob quatro aspectos: sustentabilidade, legislação, mercado e o produto carne. O painel “Sustentabilidade, sem ela não tem c@minho” foi conduzido por Francisco Beduschi, presidente do GTPS (Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável) e teve como convidada Renata Branco, diretora do IZ (Instituto de Zootecnia). O segundo painel “Legislação, as pontes do c@minho” foi liderado por Samanta Pineda, advogada e consultora, especialista em Direito Socioambiental, que convidou Willian Marchió, da Rede de Fomento ILPF debater a questão. Já o terceiro painel “Mercado, o guia do c@minho” foi direcionado por Alcides Torres, da Scot Consultoria e Alberto Pessina – presidente do Conselho de Administração da Nova Assocon (Associação Brasileira da Pecuária Intensiva). O último painel “Carne, a chegada do c@minho” teve a participação de Wagner Bacchi, presidente do IMAC – Instituto Mato-Grossense da Carne e de Lucas Ferriani, proprietário de dois restaurantes em Ribeirão Preto e de uma distribuidora de carnes.


GTPS participa de debate sobre pecuária na Agrishow 2017

logo-agrishow-2017O Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS) estará presente em uma das principais feiras de tecnologia agrícola do mundo e a maior e mais importante da América Latina, a Agrishow. O evento – realizado na cidade de Ribeirão Preto-SP entre 1º e 5 de maio – traz uma novidade aos produtores nessa edição, uma vez que a Pecuária será o tema central do dia 4 de maio.

Os visitantes poderão participar do projeto Caminhos do Boi, responsável por simular o trajeto realizado pelo animal de corte, desde a fazenda até a mesa do consumidor, mostrando a importância da integração dos diversos elos da cadeia produtiva para uma carne de qualidade.

Além do percurso, o projeto promove uma palestra com o tema “Os Caminhos do Boi”, que será apresentada na Arena do Conhecimento, espaço para apresentação de novas tecnologias e discussões. O debate será realizado por Francisco Beduschi, Presidente do GTPS; Samanta Pineda, Advogada e Consultora especialista em Direito Socioambiental; Alcides Torres, Consultor da Scot Consultoria; e Wagner Bacchi, Presidente do Instituto Mato-Grossense da Carne (IMAC).

Para Beduschi, esse espaço é uma oportunidade estratégica para disseminar o conceito e buscar ações para acelerar a implementação da pecuária sustentável para o público de uma feira tão importante quanto a Agrishow. “Reunimos nessa discussão importantes representantes do setor e acredito que iremos trocar experiências e interagir com os pecuaristas presentes. É essencial entender suas demandas e desafios para ajudá-los a obter uma produção com melhor uso dos recursos naturais, financeiros e humanos disponíveis, e buscar a melhoria contínua. Isso é ser sustentável”, comenta.

Para participar do evento, é necessário se cadastrar no site.



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