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Mais de 6 mil pessoas percorreram o Caminho do Boi na Agrishow

A edição de 2017 do Caminho do Boi teve seu recorde. Mais de 6 mil pessoas percorreram o estande durante a Agrishow, considerada a maior feira da América Latina. A atração, que convida o consumidor a percorrer o trajeto do animal de corte desde a fazenda até o mercado, foi instalado em uma área de 900m². A iniciativa foi promovida pela Agrishow e Terraviva Eventos, com projeto da Beckhauser e participação de diversas instituições, inclusive o Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável.

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Além dos milhares de produtores e lideranças do setor, percorreram o Caminho do Boi autoridades, como o Secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Arnaldo Jardim; o Secretário de Estado do Meio Ambiente de São Paulo, Ricardo Salles; o ex-Ministro da Agricultura e presidente da Abramilho – Associação Brasileira dos Produtores de Milho, Alysson Paolinelli; o presidente da Embrapa, Mauricio Lopes, entre outros.

“Esta edição do Caminho do Boi na Agrishow foi mais voltada para o consumidor com o objetivo de mostrar toda a tecnologia que existe por trás do alimento que chega à sua mesa, bem como o esforço de toda a cadeia para produzir uma carne saborosa e segura. O retorno que tivemos das pessoas que passaram pelo Caminho foi extremamente positivo e demonstra que foi uma iniciativa muito bem sucedida”, avalia Mariana Beckheuser, vice-presidente da Beckhauser.

“Foi uma grande honra realizar o projeto Caminho do Boi nesta magnífica feira que é a Agrishow, marcada por ser um polo difusor da tecnologia e de inovação. Foi uma oportunidade de evidenciar a pecuária na feira, atividade que está cada vez mais consorciada com a lavoura e que quanto mais integrada, mais se mostra eficiente e sustentável”, ressalta Carla Tuccilio, diretora do Terraviva Eventos.

O Caminho do Boi na Agrishow teve a participação da Abiec – Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes,Allflex, Associação Brasileira dos Criadores de Bovinos Senepol, Beckhauser, Belgo Bekaert, Casale, DeltaGen, GTPS – Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável, Guarania, IMAC – Instituto Mato-grossense da Carne, Instituto de Zootecnia (IZ), Kemin, MultiBovinos, Nova Assocon, Núcleo Feminino do Agronegócio, Panucci Pré Moldados, Prodap, Rede de Fomento ILPF, coordenada pela Embrapa, Rubber Tank, Scot Consultoria e Villa Beef.

Evento na Arena do Conhecimento
Como parte do projeto Caminho do Boi, a pecuária também foi tema de um evento na Arena do Conhecimento, novo espaço da feira dedicado a discussões e difusão de tecnologias aos produtores.

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O evento teve quatro painéis para debater os rumos da pecuária sob quatro aspectos: sustentabilidade, legislação, mercado e o produto carne. O painel “Sustentabilidade, sem ela não tem c@minho” foi conduzido por Francisco Beduschi, presidente do GTPS (Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável) e teve como convidada Renata Branco, diretora do IZ (Instituto de Zootecnia). O segundo painel “Legislação, as pontes do c@minho” foi liderado por Samanta Pineda, advogada e consultora, especialista em Direito Socioambiental, que convidou Willian Marchió, da Rede de Fomento ILPF debater a questão. Já o terceiro painel “Mercado, o guia do c@minho” foi direcionado por Alcides Torres, da Scot Consultoria e Alberto Pessina – presidente do Conselho de Administração da Nova Assocon (Associação Brasileira da Pecuária Intensiva). O último painel “Carne, a chegada do c@minho” teve a participação de Wagner Bacchi, presidente do IMAC – Instituto Mato-Grossense da Carne e de Lucas Ferriani, proprietário de dois restaurantes em Ribeirão Preto e de uma distribuidora de carnes.


GTPS participa de debate sobre pecuária na Agrishow 2017

logo-agrishow-2017O Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS) estará presente em uma das principais feiras de tecnologia agrícola do mundo e a maior e mais importante da América Latina, a Agrishow. O evento – realizado na cidade de Ribeirão Preto-SP entre 1º e 5 de maio – traz uma novidade aos produtores nessa edição, uma vez que a Pecuária será o tema central do dia 4 de maio.

Os visitantes poderão participar do projeto Caminhos do Boi, responsável por simular o trajeto realizado pelo animal de corte, desde a fazenda até a mesa do consumidor, mostrando a importância da integração dos diversos elos da cadeia produtiva para uma carne de qualidade.

Além do percurso, o projeto promove uma palestra com o tema “Os Caminhos do Boi”, que será apresentada na Arena do Conhecimento, espaço para apresentação de novas tecnologias e discussões. O debate será realizado por Francisco Beduschi, Presidente do GTPS; Samanta Pineda, Advogada e Consultora especialista em Direito Socioambiental; Alcides Torres, Consultor da Scot Consultoria; e Wagner Bacchi, Presidente do Instituto Mato-Grossense da Carne (IMAC).

Para Beduschi, esse espaço é uma oportunidade estratégica para disseminar o conceito e buscar ações para acelerar a implementação da pecuária sustentável para o público de uma feira tão importante quanto a Agrishow. “Reunimos nessa discussão importantes representantes do setor e acredito que iremos trocar experiências e interagir com os pecuaristas presentes. É essencial entender suas demandas e desafios para ajudá-los a obter uma produção com melhor uso dos recursos naturais, financeiros e humanos disponíveis, e buscar a melhoria contínua. Isso é ser sustentável”, comenta.

Para participar do evento, é necessário se cadastrar no site.


GTPS anuncia nova composição do seu Conselho Diretor

O Grupo de Trabalho de Pecuária Sustentável (GTPS) realizou na tarde do dia 27 a​ sua ​Assembleia Geral Ordinária. Um dos assuntos da pauta foi a eleição de uma instituição de cada categoria para compor  o Conselhos Diretor na gestão de julho de 2017 a junho de 2018. O evento foi realizado no auditório do World Trade Center, em São Paulo.

Conforme prevê o Estatuto Social do GTPS, anualmente, 1/3 do Conselho precisa necessariamente ser renovado, respeitando a ordem cronológica  de entrada no Conselho da instituição. Ou seja, a instituição que está no CD a mais tempo, cede seu lugar, visando a renovação da diretoria.

A partir de julho de 2017, os novos conselheiros são: o Grupo Roncador que entra na vaga da Assocon na categoria “Produtores”; a JBS que substitui a ABIEC na categoria “Indústrias”; Na categoria “Insumos e Serviços”, a “Stoller” cede seu lugar para a “DSM/Tortuga”. Já na categoria “Sociedade Civil”, a alteração foi entre The Nature Conservancy (que deixa de fazer parte do Conselho) e Amigos da Terra. Não houve alterações nas categorias: Instituições Financeiras e Varejo e Restaurantes.

O novo Conselho Diretor é o seguinte:

» PRODUTORES:
– FAEMG
– ACRIMAT
– Grupo Roncador

» INDÚSTRIAS:
– Minerva
– Marfrig
– JBS

» INSUMOS E SERVIÇOS:
– Elanco
– Agrotools
– DSM/Tortuga

» VAREJO E RESTAURANTES:
– Arcos Dorados
– Norvida
– Walmart

» INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS:
– Banco do Brasil
– Rabobank Brasil
– Santander

» ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL:
– Instituto Centro de Vida
– Fundação Solidaridad
– Amigos da Terra


GTPS e Terraviva Eventos anunciam parceria para ampliar comunicação das ações

O GTPS – Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável anunciou durante sua Assembleia Geral Ordinária, realizada no dia 25 de abril, em São Paulo, uma parceria com o Terraviva Eventos para ampliar as ações de comunicação do Grupo, que reúne representantes de todos os elos da cadeia de valor da pecuária bovina, como produtores, indústrias, organizações do setor, produtores e associações, varejistas, fornecedores de insumos, instituições financeiras, organizações da sociedade civil, centros de pesquisa e universidades.

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O Terraviva Eventos, unidade do Grupo Bandeirantes, responsável pela realização de iniciativas como a InterCorte, Caminho do Boi, Beef Week e movimento #SomosdaCarne, passa a ser sócio colaborador do GTPS, formalizando uma parceria que já vinha sendo colocada em prática com a colaboração em conteúdos para os eventos e divulgação das ações.DSC06985

“Estamos muito felizes em formalizar essa troca muito boa que já vínhamos fazendo com o Terraviva Eventos. A partir da formalização ganhamos uma agenda, compromissos de ambas as partes para fortalecer ainda mais o trabalho que vem sendo realizado. Para o GTPS é fantástico poder contar com todo o know how do Terraviva em eventos e em comunicação. Isso vai nos ajudar a contar a nossa história, que completa 10 anos. Somos uma equipe muito técnica, que produz bastante conteúdo e essa parceria nos ajudará a dar mais visibilidade às ações que são feitas pelo GTPS, fazendo as informações chegarem aos associados e ao público, atraindo mais empresas e organizações que querem trabalhar pela pecuária sustentável”, ressalta o presidente do GTPS, Francisco Beduschi. Ele será um dos palestrantes do evento “Caminhos do Boi”, que ocorrerá na próxima semana, no dia 4 de maio, na Arena do Conhecimento da Agrishow, como parte do projeto Caminho do Boi, que já terá a participação do GTPS.

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“Nossa parceria com o GTPS é muito frutuosa, pois podemos contar em nossos eventos com todo o trabalho que vem sendo desenvolvido como cadeia produtiva pelo Grupo. É uma excelente oportunidade para divulgar o GTPS nos principais polos de produção pecuária do Brasil, onde realizamos nossos eventos. Além disso, o trabalho do GTPS poderá ser divulgado de forma mais efetiva nos diversos programas do Canal Terraviva. É uma parceria que reforça nosso posicionamento ‘Integrar para Crescer’, que propõe a união de forças para que a cadeia pecuária seja cada vez mais reconhecida”, destaca a diretora do Terraviva Eventos, Carla Tuccilio.


Plataforma on-line revela a malha fundiária do Brasil

O Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), associado do GTPS, em parceria com GeoLab e a KTH, criou uma base de dados georreferenciados que engloba cerca de  6,7 milhões de polígonos da malha fundiária de todo o Brasil. Assim, a malha fundiária  apresenta o recobrimento de todo o território nacional, sendo a melhor aproximação a respeito do tamanho, da localização e da distribuição das terras públicas e dos imóveis privados brasileiros.

Para realizar o estudo, os executores utilizaram 20 categorias de bases de dados oficiais incluindo, por exemplo, as áreas protegidas nacionais e estaduais, as bases de imóveis e de assentamentos do INCRA e os polígonos de imóveis do CAR (Cadastro Ambiental Rural), que juntos recobrem 80% do país.

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Para as áreas sem recobrimento, foi realizada uma modelagem complementar que considera essa porção do território como sendo terra privada, estima os limites dos imóveis rurais a partir dos dados do Censo Agropecuário do IBGE de 2006, reproduzindo a distribuição de tamanho dos imóveis rurais censitados em cada município ou setor censitário.  Segundo os executores, a cobertura desta área com uma malha fundiária probabilística é essencial para cobrir territórios desconhecidos e desconsiderados nos levantamentos censitários existentes.

A plataforma revela que, no Brasil, as grandes propriedades ocupam área similar à soma de todas as médias e pequenas propriedades (descontando-se as dos assentamentos) e também representam um valor próximo da soma das áreas protegidas do país, entre terras indígenas e áreas de conservação. Também ficam evidentes as assimetrias de distribuição de terras entre os Estados. Enquanto o Rio Grande do Sul tem 2% do território com áreas públicas protegidas, 1% dedicada a assentamentos e 89% ocupada por propriedades privadas; o Amazonas possui 52% da área protegida, 4% em assentamentos, 35% da terra pública ainda não destinada e 6% com terra privada.

Além disso, a malha aponta a existência de 86 milhões de hectares de terras públicas não destinadas, entre terras não tituladas do Programa Terra Legal e Glebas Públicas Federais e Estaduais. Desse total, 98% estão localizados no Bioma Amazônia, principalmente nos estados do Amazonas (62%) e do Pará (15%), justamente em regiões desses estados caracterizadas pelo desmatamento e onde a fronteira agropecuária tem avançado nos últimos anos.

De acordo com Luís Fernando Guedes Pinto, do Imaflora, “além dos estudos produzidos, em uma página da internet o Atlas organizará e disponibilizará informações secundárias e originais sobre a geografia da agropecuária nacional. Nos próximos meses disponibilizará novas informações como o uso da terra, a aptidão agrícola, a distribuição, produção e produtividade das culturas em séries históricas, além de outras informações ambientais e sociais relevantes para o desenvolvimento rural e a conservação dos recursos naturais, como o desmatamento e o cumprimento do Código Florestal”.

O professor Gerd Sparovek, do GeoLab, acrescenta que “o Atlas fornecerá informações e análises para uma melhor compreensão da agropecuária brasileira e poderá apoiar decisões e a formulação de políticas públicas e privadas para o setor”.

O estudo pode ser visualizada e baixado livremente no site do Atlas da Agropecuária Brasileira.


Carta aberta do GTPS: Operações Carne Fraca e Carne Fria

O Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS) tem como objetivo promover o desenvolvimento da pecuária sustentável no Brasil, por meio da articulação da cadeia, melhoria contínua e disseminação de informação. Como entidade do setor, temos acompanhado de perto as investigações das operações Carne Fraca, deflagrada pela Polícia Federal; e Carne Fria, deflagrada pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama), e neste sentido acreditamos que é importante ressaltar alguns pontos.

Primeiramente, declaramos que confiamos no trabalho realizado pelas autoridades e que apoiamos as apurações das denúncias. Toda e qualquer falha comprovada nos processos demanda as devidas punições e correções.

No que se refere à operação “Carne Fraca”, o Grupo salienta que confia na qualidade do produto nacional em relação a questões sanitárias que atendem a rigorosas normas nacionais e internacionais e apoia as ações que contribuem com a melhoria da qualidade dos processos adotados em nossa atividade.

De acordo com os dados do Governo Federal, em 2016 foram expedidos 853 mil produtos de origem animal para o exterior e destes 99,98% em conformidade, de acordo com os importadores. Vale ainda ressaltar que dentre as não conformidades, 0,02% das exportações, a maior parte é devida a temas não sanitários como rotulagem e preenchimento de certificados.

Ainda, segundo o governo federal, das 4.837 unidades sujeitas à inspeção federal, apenas 21 estão sob investigação; e dos 11 mil fiscais agropecuários, apenas 33 estão sendo investigados.

Dessa forma, entendemos que as irregularidades apontadas pela operação foram casos pontuais decorrentes da corrupção do sistema e não falhas do sistema em si.

Quanto à “Carne Fria”, o GTPS apoia os mecanismos de monitoramento e controle do desmatamento ilegal e demais critérios assumidos em compromissos públicos pelas empresas associadas, bem como incentiva o desenvolvimento da atividade pecuária com a adoção de boas práticas e uso de tecnologias que aumentam a produtividade e reduzem a pressão pela abertura de novas áreas.

O Grupo é totalmente contra o desmatamento ilegal, apoia a regularização ambiental e fundiária, e mantêm seu compromisso de apoio à produção com desmatamento zero, condicionado à criação de condições e formas de compensação econômica para viabilizá-lo.

Desde a criação do GTPS, foi possível observar grandes avanços na cadeia de valor da pecuária brasileira, em especial do que se refere à comunicação entre os elos da cadeia. Ambientes de aproximação e discussão permitiram que diferentes atores passassem a buscar, de forma mais coordenada, seus objetivos comuns, e isso inclui o relacionamento entre os setores público e privado.

Hoje, o país dispõe de uma gama de informações capaz de suprir robustos sistemas de comando e controle para o pleno cumprimento das legislações vigentes que recaem sob as cadeias de produção. Cadastro Ambiental Rural (CAR), Guia de Trânsito Animal eletrônica (GTA), Lista de Áreas Embargadas do IBAMA, Lista de Empregadores Irregulares do MTE, áreas de desmatamentos recentes identificadas pelos sistemas PRODES e DETER do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Cada vez mais se faz necessária a integração dos diferentes sistemas que contém tais informações, possibilitando maior qualidade no monitoramento e no controle que os atores privados e públicos devem fazer.

Por fim, o GTPS entende que a responsabilidade pelo desenvolvimento sustentável das cadeias de produção de commodities do agro no Brasil é responsabilidade de cada um dos atores envolvidos e/ou interessados, direta ou indiretamente, e está de portas abertas a todos que quiserem contribuir neste trabalho.


GTPS, CIRAD e CIFOR debatem sobre abordagens territoriais para reduzir o desmatamento

O Centro de Cooperação internacional em Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (CIRAD), em parceria com o Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS) e a Center for International Forestry Research (CIFOR), organizam um debate sobre as abordagens territoriais para reduzir o desmatamento e apoiar as cadeias de suprimento sustentáveis na Amazônia. O evento será realizado hoje, dia 20 de março, em Brasília-DF.

Barreiras, Bahia. Foto Abdias Machado

O evento será iniciado pelo moderador, fornecendo um pano de fundo da discussão, com ênfase na produção de carne bovina e nas diferentes iniciativas que estão em vigor, apresentadas pelos painelistas. O seminário discutirá as vantagens e os limites das diferentes abordagens territoriais e destacará os principais gargalos que exigem maior consideração na perspectiva das diferentes partes interessadas.

Entre os painelistas, estão representantes do Governo do Pará, Mato Grosso, ONGs e pesquisadores.

Serviço:

20/03/2017
Local: Hotel Royal Tulip – SHTN Trecho 1 Conj 1B, Bloco C – Asa Norte, Brasília – DF
Horário: das 16h00 às 18h00
Inscrições: isabel.drigo@gmail.com

 



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