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Plataforma on-line revela a malha fundiária do Brasil

O Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), associado do GTPS, em parceria com GeoLab e a KTH, criou uma base de dados georreferenciados que engloba cerca de  6,7 milhões de polígonos da malha fundiária de todo o Brasil. Assim, a malha fundiária  apresenta o recobrimento de todo o território nacional, sendo a melhor aproximação a respeito do tamanho, da localização e da distribuição das terras públicas e dos imóveis privados brasileiros.

Para realizar o estudo, os executores utilizaram 20 categorias de bases de dados oficiais incluindo, por exemplo, as áreas protegidas nacionais e estaduais, as bases de imóveis e de assentamentos do INCRA e os polígonos de imóveis do CAR (Cadastro Ambiental Rural), que juntos recobrem 80% do país.

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Para as áreas sem recobrimento, foi realizada uma modelagem complementar que considera essa porção do território como sendo terra privada, estima os limites dos imóveis rurais a partir dos dados do Censo Agropecuário do IBGE de 2006, reproduzindo a distribuição de tamanho dos imóveis rurais censitados em cada município ou setor censitário.  Segundo os executores, a cobertura desta área com uma malha fundiária probabilística é essencial para cobrir territórios desconhecidos e desconsiderados nos levantamentos censitários existentes.

A plataforma revela que, no Brasil, as grandes propriedades ocupam área similar à soma de todas as médias e pequenas propriedades (descontando-se as dos assentamentos) e também representam um valor próximo da soma das áreas protegidas do país, entre terras indígenas e áreas de conservação. Também ficam evidentes as assimetrias de distribuição de terras entre os Estados. Enquanto o Rio Grande do Sul tem 2% do território com áreas públicas protegidas, 1% dedicada a assentamentos e 89% ocupada por propriedades privadas; o Amazonas possui 52% da área protegida, 4% em assentamentos, 35% da terra pública ainda não destinada e 6% com terra privada.

Além disso, a malha aponta a existência de 86 milhões de hectares de terras públicas não destinadas, entre terras não tituladas do Programa Terra Legal e Glebas Públicas Federais e Estaduais. Desse total, 98% estão localizados no Bioma Amazônia, principalmente nos estados do Amazonas (62%) e do Pará (15%), justamente em regiões desses estados caracterizadas pelo desmatamento e onde a fronteira agropecuária tem avançado nos últimos anos.

De acordo com Luís Fernando Guedes Pinto, do Imaflora, “além dos estudos produzidos, em uma página da internet o Atlas organizará e disponibilizará informações secundárias e originais sobre a geografia da agropecuária nacional. Nos próximos meses disponibilizará novas informações como o uso da terra, a aptidão agrícola, a distribuição, produção e produtividade das culturas em séries históricas, além de outras informações ambientais e sociais relevantes para o desenvolvimento rural e a conservação dos recursos naturais, como o desmatamento e o cumprimento do Código Florestal”.

O professor Gerd Sparovek, do GeoLab, acrescenta que “o Atlas fornecerá informações e análises para uma melhor compreensão da agropecuária brasileira e poderá apoiar decisões e a formulação de políticas públicas e privadas para o setor”.

O estudo pode ser visualizada e baixado livremente no site do Atlas da Agropecuária Brasileira.


Carta aberta do GTPS: Operações Carne Fraca e Carne Fria

O Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS) tem como objetivo promover o desenvolvimento da pecuária sustentável no Brasil, por meio da articulação da cadeia, melhoria contínua e disseminação de informação. Como entidade do setor, temos acompanhado de perto as investigações das operações Carne Fraca, deflagrada pela Polícia Federal; e Carne Fria, deflagrada pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama), e neste sentido acreditamos que é importante ressaltar alguns pontos.

Primeiramente, declaramos que confiamos no trabalho realizado pelas autoridades e que apoiamos as apurações das denúncias. Toda e qualquer falha comprovada nos processos demanda as devidas punições e correções.

No que se refere à operação “Carne Fraca”, o Grupo salienta que confia na qualidade do produto nacional em relação a questões sanitárias que atendem a rigorosas normas nacionais e internacionais e apoia as ações que contribuem com a melhoria da qualidade dos processos adotados em nossa atividade.

De acordo com os dados do Governo Federal, em 2016 foram expedidos 853 mil produtos de origem animal para o exterior e destes 99,98% em conformidade, de acordo com os importadores. Vale ainda ressaltar que dentre as não conformidades, 0,02% das exportações, a maior parte é devida a temas não sanitários como rotulagem e preenchimento de certificados.

Ainda, segundo o governo federal, das 4.837 unidades sujeitas à inspeção federal, apenas 21 estão sob investigação; e dos 11 mil fiscais agropecuários, apenas 33 estão sendo investigados.

Dessa forma, entendemos que as irregularidades apontadas pela operação foram casos pontuais decorrentes da corrupção do sistema e não falhas do sistema em si.

Quanto à “Carne Fria”, o GTPS apoia os mecanismos de monitoramento e controle do desmatamento ilegal e demais critérios assumidos em compromissos públicos pelas empresas associadas, bem como incentiva o desenvolvimento da atividade pecuária com a adoção de boas práticas e uso de tecnologias que aumentam a produtividade e reduzem a pressão pela abertura de novas áreas.

O Grupo é totalmente contra o desmatamento ilegal, apoia a regularização ambiental e fundiária, e mantêm seu compromisso de apoio à produção com desmatamento zero, condicionado à criação de condições e formas de compensação econômica para viabilizá-lo.

Desde a criação do GTPS, foi possível observar grandes avanços na cadeia de valor da pecuária brasileira, em especial do que se refere à comunicação entre os elos da cadeia. Ambientes de aproximação e discussão permitiram que diferentes atores passassem a buscar, de forma mais coordenada, seus objetivos comuns, e isso inclui o relacionamento entre os setores público e privado.

Hoje, o país dispõe de uma gama de informações capaz de suprir robustos sistemas de comando e controle para o pleno cumprimento das legislações vigentes que recaem sob as cadeias de produção. Cadastro Ambiental Rural (CAR), Guia de Trânsito Animal eletrônica (GTA), Lista de Áreas Embargadas do IBAMA, Lista de Empregadores Irregulares do MTE, áreas de desmatamentos recentes identificadas pelos sistemas PRODES e DETER do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Cada vez mais se faz necessária a integração dos diferentes sistemas que contém tais informações, possibilitando maior qualidade no monitoramento e no controle que os atores privados e públicos devem fazer.

Por fim, o GTPS entende que a responsabilidade pelo desenvolvimento sustentável das cadeias de produção de commodities do agro no Brasil é responsabilidade de cada um dos atores envolvidos e/ou interessados, direta ou indiretamente, e está de portas abertas a todos que quiserem contribuir neste trabalho.


GTPS, CIRAD e CIFOR debatem sobre abordagens territoriais para reduzir o desmatamento

O Centro de Cooperação internacional em Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (CIRAD), em parceria com o Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS) e a Center for International Forestry Research (CIFOR), organizam um debate sobre as abordagens territoriais para reduzir o desmatamento e apoiar as cadeias de suprimento sustentáveis na Amazônia. O evento será realizado hoje, dia 20 de março, em Brasília-DF.

Barreiras, Bahia. Foto Abdias Machado

O evento será iniciado pelo moderador, fornecendo um pano de fundo da discussão, com ênfase na produção de carne bovina e nas diferentes iniciativas que estão em vigor, apresentadas pelos painelistas. O seminário discutirá as vantagens e os limites das diferentes abordagens territoriais e destacará os principais gargalos que exigem maior consideração na perspectiva das diferentes partes interessadas.

Entre os painelistas, estão representantes do Governo do Pará, Mato Grosso, ONGs e pesquisadores.

Serviço:

20/03/2017
Local: Hotel Royal Tulip – SHTN Trecho 1 Conj 1B, Bloco C – Asa Norte, Brasília – DF
Horário: das 16h00 às 18h00
Inscrições: isabel.drigo@gmail.com

 


Projeto do MAPA vai estimular produção pecuária de baixa emissão de carbono

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançará ainda em março o projeto “Pecuária de Baixa Emissão de Carbono: geração de valor na produção intensiva de carne e leite”. O objetivo da iniciativa, de acordo com o órgão, é disseminar tecnologias que reduzam não só emissões, mas que também estimulem o aproveitamento de resíduos, a gestão de recursos naturais, gerando renda para milhares de produtores. A ação será feita em parceria com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA).

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O projeto faz parte do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Plano ABC), que visa a organização e o planejamento para adoção de tecnologias de produção sustentável, respondendo aos compromissos internacionais assumidos pelo Brasil na redução de emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE) no setor agropecuário.

O projeto “Pecuária de Baixa Emissão de Carbono” terá abrangência nacional e contará com ações como o levantamento das tecnologias que reduzam emissão de carbono e proporcionem Produção Mais Limpa (P + L), além de estudos de viabilidade econômica e implantação de tecnologias. “Daremos acesso a práticas de adoção e expansão de área com sistemas sustentáveis de produção e que também melhorem a eficiência econômica, a fim de reduzir futuros impactos adversos no clima”, ressalta o auditor fiscal federal agropecuário Sidney Medeiros.

Segundo o MAPA,  o projeto se baseia no  “Suinocultura de Baixa Emissão de Carbono”, que no ano passado ampliou em mais de 100% a contratação de crédito para tratar dejetos na produção de suínos.


GTPS lança chamada pública para contratação de empresa responsável pelo desenvolvimento da plataforma do GIPS

O Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS) lançou nesta quarta-feira (08) a chamada pública para contratação da empresa responsável pelo desenvolvimento da plataforma do Guia de Indicadores de Pecuária Sustentável (GIPS). Finalizado no início do segundo semestre de 2016, o  material tem o objetivo de encorajar todos os elos da cadeia de valor da pecuária bovina a usarem indicadores como uma ferramenta de busca da sustentabilidade. Para o GTPS, sustentabilidade é um processo de melhoria contínua.

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O documento foi construído para ser uma ferramenta de auto avaliação, contemplando uma abordagem gradual com diferentes estágios de desempenho, aplicável a todos os elos da cadeia de valor da pecuária bovina brasileira. A intenção deste Guia é ser inclusivo, desde os que acabam de iniciar a jornada da sustentabilidade até os que já buscam demonstrar resultados alcançados.

Plataforma

Sem título3O objetivo da plataforma é facilitar a utilização do Guia de Indicadores para Pecuária Sustentável – GIPS por todos os elos da cadeia de valor da pecuária bovina, através de um sistema digital dinâmico e prático. Espera-se que o contratado forneça serviços de gestão da infraestrutura de TI, serviços especializados de desenvolvimento, suporte técnico e atendimento aos usuários, sendo executados por especialista ou empresa qualificada.

A Plataforma deverá ser desenvolvida baseada na estrutura do GIPS e, portanto, permitir o acesso e cadastro de seis categorias de usuários. São elas: Produtores (P), Indústrias (I), Insumos e Serviços (I/S), Instituições Financeiras (IF), Organizações da Sociedade Civil (SC), Varejo e Restaurantes (V/R). A indicação do GTPS é para que as proponentes apresentem o orçamento em três níveis de detalhamento: básico, intermediário e avançado, em cinco tópicos essenciais: layout, cadastro de usuário, preenchimento do GIPS, outputs e painel GTPS.

Os interessados em participar da chamada púbica deverão encaminhar as suas propostas até o dia 22 de março, quarta-feira, para secretariado@gtps.org.br. O Secretariado do GTPS estará a disposição para esclarecer dúvidas relacionadas à proposta.

Para mais informações sobre o Termo de Referência, clique aqui. Já para acessar o conteúdo do Guia de Indicadores de Pecuária Sustentável, clique aqui.


10 anos de GTPS e o nosso papel no desenvolvimento da pecuária sustentável

Em 2017, o Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável completa 10 anos. Uma década de dedicação, empenho, conquistas, desafios e, acima de tudo, de entusiasmo em fazer a diferença e trabalhar em prol de uma pecuária mais eficiente, mais sustentável!

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Nesse período, junto com representantes de todos os elos da cadeia de valor da pecuária, nos esforçamos para construir e divulgar o conceito de pecuária sustentável. Nossos parceiros e associados, organizados na primeira mesa redonda mundial sobre pecuária sustentável, conquistaram melhorias e benefícios notáveis para o setor, nesse período.

O que era considerado uma utopia no passado, tem se tornado realidade. A comunicação entre os elos da cadeia era incipiente e alcançar o consenso em temas sensíveis e que afetavam todo o setor era algo muito difícil. Com a criação do GTPS, produtores, fornecedores de insumos, instituições financeiras, frigoríficos, organizações da sociedade civil, varejos e restaurantes e instituições de governo, ensino e pesquisa passaram a ter um espaço para debate e construção de posicionamentos que tornaram a cadeia mais preparada para atender às demandas do mercado.

Foram produzidos diversos materiais, promovemos seminários, debates, curso de multiplicadores de tecnologias e boas práticas, dias de campo e divulgamos as boas iniciativas promovidas no país e no mundo. Acompanhamos a evolução do setor ao longo destes dez anos. Vimos nossos membros chegarem ao consenso de que pecuária sustentável é aquela que tem uma boa gestão de todos os recursos envolvidos na produção (financeiros, físicos, humanos e naturais) e que além “da porteira”, a responsabilidade socioambiental não se traduz apenas em controle de fornecimento, ela passa por apoio e engajamento com desenvolvimento da cadeia.

Nos preocupamos em mostrar que a atividade desenvolvida com a adoção de boas práticas agropecuárias que leva em consideração os aspectos econômicos e socioambientais, não é apenas benéfica ao ambiente, mas também ao pecuarista e à sociedade de forma geral.

Conciliar crescimento da produção com preservação ambiental passa por diversos processos de adequação e intensificação da atividade produtiva – “produzir mais com menos”. Concordamos que intensificar não seja solução para todos os produtores, mas que pequenas adaptações, em especial no que se refere às condições das pastagens no país, são capazes de surtir grandes benefícios ao meio ambiente e, especialmente, ao retorno econômico.

No último ano, o GTPS publicou duas importantes ferramentas de apoio à melhoria contínua e à gestão de indicadores de sustentabilidade – Manual de Práticas para Pecuária Sustentável e o Guia de Indicadores da Pecuária Sustentável. Para 2017, queremos intensificar o que chamamos de “construção conjunta das soluções”. A meta é engajar nossos associados em diversas ações regionais com o objetivo de disseminar o conteúdo e o uso dos nossos materiais.

O GTPS seguirá de portas abertas a todos os atores da cadeia interessados em contribuir com as soluções e inovações propostas para o desenvolvimento sustentável da pecuária brasileira.

Reconhecemos os grandes avanços alcançados nos últimos anos, mas sabemos que ainda há um longo caminho a ser percorrido. O importante é que temos convicção de que estamos no caminho certo e com as companhias certas!


Até janeiro, quase 4 milhões de imóveis rurais foram cadastrados no CAR

Até o dia 31 de janeiro de 2017, uma área de 401.055.948 hectares haviam sido inseridas no Cadastro Ambiental Rural (CAR). O montante corresponde ao cadastro de mais de 3.95 milhões de imóveis rurais. O relatório, divulgado pelo Serviço Florestal Brasileiro, órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente (MMA), considera que o número de cadastros já superou 100% da expectativa inicialmente prevista.

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Vale sempre ressaltar que o CAR considera a área passível de cadastro mensurada no Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2006. Como o Censo está defasado em mais de dez anos, a área total relativa às propriedades rurais está desatualizada. Por esta razão, a área de imóveis rurais cadastrados ultrapassa os 100% previsto.

Dentre as regiões, a Norte e a Sudeste merecem destaque. Na região Norte, um total de 93,7 milhões de hectares já foi cadastrado no sistema, mais de 100% do previsto. Na Sudeste, por sua vez, temos 56,4 milhões de hectares cadastrados, o que também corresponde a mais do que o total previsto anteriormente.

Por outro lado, a Região Nordeste é a que mais precisa de mais atenção e engajamento dos atores para o preenchimento do Cadastro. Até o momento, um montante que corresponde a apenas 74,4% do passível a cadastro foi inserido no sistema.

Para Francisco Beduschi, presidente do Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável, “a Região Nordeste está com a porcentagem mais reduzida porque a região tem uma maior ocorrência de propriedades de pequeno porte, o que demanda de trabalho maior, com mais visitas e análises de campo, por exemplo”. De acordo com o executivo, precisamos fazer um esforço nesta região para cumprimos com o prazo.

Vale lembrar que conforme prevê a Lei 12.651, de 2012, conhecida como Lei Florestal, todas as propriedades rurais do país precisam ser cadastradas no Sistema Eletrônico do CAR (SiCAR). A inscrição é necessária para que os imóveis façam parte do Programa de Regularização Ambiental (PRA), que iniciará o processo de recuperação ambiental de áreas degradadas dentro dos terrenos. O Código Florestal, aprovado em 2012, não permite que o prazo seja adiado mais uma vez. A consequência para os produtores rurais que não fizerem o cadastro dentro do prazo estabelecido é ficar em situação irregular perante a autoridade ambiental. A falta do CAR inviabiliza, ainda, o acesso a financiamentos público e a recuperação do passivo ambiental, caso exista, pelas regras do Programa de Regularização Ambiental (PRA).

O SFB informa que o prazo final do cadastramento foi prorrogado até 31 de dezembro de 2017. Para saber como se cadastrar, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC) elaborou no final do ano passado um passo a passo.



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